João Sobreira, 67 anos, natural e residente em Cebolais de Cima, concelho de Castelo Branco, tem sido ao longo da sua vida, um colecionador nato de latas de várias bebidas nacionais e estrangeiras, tendo atualmente na sua casa, mais de 16 mil unidades nacionais e estrangeiras.
Beira Baixa TV foi ao encontro desta autêntica “catedral” deste tipo de coleção, e conseguimos descobrir mais artigos do nosso entrevistado.
BBTV – Como nasceu esta sua paixão pelas latas?
JOÃO SOBREIRA – Tudo começou aqui num café em Cebolais de Cima, em que, o meu filho, pediu-me uma lata vazia de cerveja alemã que ali se encontrava.
Provavelmente porque a sua atitude sensibilizou-me a partir desta altura tive a intuição de colecionar latas deste género.
BBTV – Foi um amor à primeira vista, como podemos designar.
JS – Sim, só que desse tipo de amor, nasceu em mim, uma paixão que vou de certeza vivê-la até aos meus últimos dias neste mundo.
BBTV – Pelo que nos apercebemos, tem aqui expostas latas praticamente de todos os cantos do mundo.
JS – Assim acontece. Consigo obter estas unidades quer através de vários grupos de colecionadores nacionais e estrangeiros, quer em várias deslocações que faço por exemplo a várias localidades estrangeiras, nomeadamente na vizinha Espanha.
BBTV – Temos conhecimento que o João quando fazia os seus passeios de bicicleta, para além da atenção na estrada, também se apercebia de algumas latas vazias nas bermas da estrada.
JS – É verdade. A minha paixão é tanta que cheguei a fazer isso, embora presentemente já não tenho por hábito esse tipo de passeios.
BBTV – Percorrendo as várias salas da sua residência, deparamos com outro tipo de coleções. Fale-nos destas peças.
JS – Sim, tenho aqui coleções de chapéus, sabonetes, galos de Barcelos, e como não podia deixar de ser, um autêntico “museu” de tudo aquilo que se relacione com o meu Benfica.
BBTV – Outra das paixões do João Sobreira, o seu Benfica.
JS – Sou do Glorioso até morrer, vou a todos os jogos, e quando entro na Catedral da Luz ninguém imagina a felicidade que sinto.
E assim concluímos a nossa entrevista com João Sobreira, que nos deu a conhecer aquilo que o faz feliz.
