"𝗙𝗼𝗿𝗮𝗺 𝘁𝗿𝗲̂𝘀 𝗺𝗲𝘀𝗲𝘀 𝗱𝗲 𝗹𝘂𝘁𝗮 𝗰𝗼𝗻𝘀𝘁𝗮𝗻𝘁𝗲" - Pais de Íris Sofia conseguem colocar a f

"𝗙𝗼𝗿𝗮𝗺 𝘁𝗿𝗲̂𝘀 𝗺𝗲𝘀𝗲𝘀 𝗱𝗲 𝗹𝘂𝘁𝗮 𝗰𝗼𝗻𝘀𝘁𝗮𝗻𝘁𝗲" - Pais de Íris Sofia conseguem colocar a f

“𝗙𝗼𝗿𝗮𝗺 𝘁𝗿𝗲̂𝘀 𝗺𝗲𝘀𝗲𝘀 𝗱𝗲 𝗹𝘂𝘁𝗮 𝗰𝗼𝗻𝘀𝘁𝗮𝗻𝘁𝗲” – Pais de Íris Sofia conseguem colocar a filha na APPACDM – Castelo Branco

É, provavelmente, a decisão pela qual, todos os pais de crianças com necessidades especiais, anseiam.

Foi tomada pouco mais de um mês depois da Beira Baixa TV ter feito uma notícia, com o título: “sem meios, a inclusão não passa do papel”. A Íris não pode esperar mais”, acerca da luta que Patrícia Carrola e o marido, Marco Raposo, travavam para conseguirem transferir a filha, Íris Sofia, portadora da Síndrome de Pierpont, da Escola Básica de Cebolais de Cima e Retaxo, que faz parte do Agrupamento de Escolas Amato Lusitano, para a APPACDM – Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental de Castelo Branco.

“Esta foi uma decisão muito aguardada, porque foram três meses de luta constante para que tal acontecesse. Chegámos a ir à DGEstE – Direção Geral dos Estabelecimentos Escolares Centro para que a vissem pessoalmente e aí sim, penso que foi o impacto mais viável para adiantar o processo e também o Sr. Diretor do Agrupamento de Escolas Amato Lusitano dizer que já tinham esgotado todos os recursos para a Íris”, afirma Patrícia Carrola, a propósito da decisão da DGEstE – Direção Geral dos Estabelecimentos Escolares de autorizar o acesso ao estabelecimento de educação especial da APPACDM de Castelo Branco.

A boa nova chegou à família, primeiramente por telefone e depois, via e-mail: “nós recebemos um telefonema do Procurador de Justiça a dizer que tinham libertado a matrícula da Íris e que nos iam enviar um e-mail a comprovar isso”.

O e-mail, a que a Beira Baixa TV teve acesso, que tem como remetente a DGEstE – Direção Geral dos Estabelecimentos Escolares Centro e como destinatário, o Agrupamento de Escolas Amato Lusitano, data de 11 de novembro de 2025 e comunica o seguinte: “…foi autorizado, a título vincadamente excecional, o acesso da aluna Íris Sofia de Sousa Mota Ribeiro à valência educativa da APPACDM de Castelo Branco, para o ano letivo 2025-2026”.

Uma decisão que, na opinião desta mãe, “vai permitir uma melhor qualidade de vida da Íris porque, na APPACDM, terá todos os recursos de ensino e acompanhamento necessários”, afirma Patrícia Carrola, acrescentando que na Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental de Castelo Branco “terá terapias importantes para o seu desenvolvimento, tais como, a terapia ocupacional, a fisioterapia, e hidroterapia, entre outras”.

A tão desejada reunião na APPACDM aconteceu esta segunda-feira, dia 17 de novembro: “tivemos reunião para preencher os papéis da matrícula da Íris. Falámos de pontos essenciais no que trata de cuidar da Íris, quais os cuidados a ter na questão da alimentação, do que ela é capaz ou não de fazer. Conhecemos a instituição, a sala onde vai ficar e ficámos também a saber que vai usufruir do transporte da instituição para ir e vir”.

𝗔𝘀 𝗽𝗼𝗿𝘁𝗮𝘀 𝗱𝗮 𝗔𝗣𝗣𝗔𝗖𝗗𝗠 𝗲𝘀𝘁𝗮̃𝗼 𝗮𝗯𝗲𝗿𝘁𝗮𝘀 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗿𝗲𝗰𝗲𝗯𝗲𝗿 𝗮 𝗜́𝗿𝗶𝘀, que inicia o seu percurso na instituição na próxima segunda-feira, dia 24 de novembro.

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