Distrito de Castelo Branco mobiliza 199 equipas, 910 operacionais e sete meios aéreos
Um dispositivo de combate a incêndios que se traduz numa subida de 11% em relação ao ano passado, explicou, em comunicado, o Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Castelo Branco durante o período de maior empenhamento, entre 1 de julho e 30 de setembro (Nível IV).
Este aumento de operacionais resulta principalmente “do considerável reforço”, efetuado através da criação de 11 novas Equipas de Primeira Intervenção (EIP), levado a cabo pelos Corpos de Bombeiros do distrito de Castelo Branco este ano.
Deste total, fazem parte equipas dos corpos de bombeiros, Força Especial de Proteção Civil (FEPC), Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), Unidade de Emergência de Proteção e Socorro (UEPS) da GNR, Equipas Municipais de Incêndios Florestais (EMIF) e equipas da AFOCELCA.
Já em relação aos operacionais envolvidos, o maior número pertence aos bombeiros (372), dos quais 137 são das Equipas de Intervenção Permanente, seguido do ICNF (185), da GNR (122), das Equipas Municipais de Incêndios Florestais (67), da AFOCELCA (40) e da Força Especial de Proteção Civil (34).
Em relação ao dispositivo aéreo, o distrito de Castelo Branco conta com sete meios aéreos em permanência: dois helicópteros ligeiros, um helicóptero médio, dois aviões médios e dois aviões pesados, distribuídos pelos Centros de Meios Aéreos de Castelo Branco, Covilhã e Proença-a-Nova.
Desde o dia 7 que está em funcionamento a Rede Nacional de Postos de Vigia, da responsabilidade da GNR, composta por 20 postos de vigia, para prevenir e detetar incêndios.
