Vários militantes do PSD do distrito ou com ligações ao distrito de Castelo Branco fazem parte do novo Conselho Nacional do partido, que saiu do congresso realizado em Santa Maria da Feira.
Uma das entradas é a de Nuno Ezequiel Pais, da Covilhã, que liderou a lista I, que a distrital dos sociais-democratas de Castelo Branco classifica de “inédita” e que era composta “por homens e mulheres de trabalho, conhecedores da realidade dos distritos de Castelo Branco, Guarda, Portalegre e Coimbra, inseridos nas suas respetivas comunidades e que quiseram dar uma voz ao interior de Portugal no Conselho Nacional do partido”, escreve em comunicado.
Neste órgão sentam-se ainda Miguel Gavinhos (atual vice-presidente da Câmara Municipal do Fundão) e Hugo Lopes, o presidente da Juventude Social Democrata distrital.
Vitório Rosário Cardoso é um dos dois representantes do círculo de fora da Europa que liderou a lista V no mesmo órgão e membro do Secretariado das Comunidades Portuguesas do PSD.
O presidente da Secção de Macau e Hong Kong do PSD foi eleito recentemente enquanto primeiro militante do PSD na lista para a Assembleia Municipal de Proença-a-Nova e mantém vínculos familiares a Galisteu Fundeiro e Montes da Senhora.
No Conselho Nacional entra também Carlos Gonçalves, que liderou a lista C do círculo da Europa, foi Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas e faz parte da Assembleia Municipal de Vila Velha de Ródão.
O Distrito de Castelo Branco e a região da Beira Baixa por serem históricas fontes emissoras da diáspora portuguesa no mundo viram nestas eleições reflectidas na composição ao Conselho Nacional dois dos quatro membros do Secretariado das Comunidades Portuguesas do PSD, órgão este que tem por missão apoiar a Comissão Política Nacional do PSD, em relação aos Portugueses residentes no estrangeiro. Luís Santos, o recém re-eleito presidente da distrital do PSD, tem assento por inerência no Conselho Nacional.
