Docente na Academia Brasileira de Filologia
Paulo Osório foi eleito Sócio Correspondente da Academia Brasileira de Filologia, em reconhecimento da sua investigação, no âmbito da Linguística Histórica do Português Europeu e do Português do Brasil.
Este estatuto é ainda o reconhecimento da ligação científica e académica que o catedrático da Faculdade de Artes e Letras, da Universidade da Beira Interior (FAL-UBI) vem criando com muitas das mais prestigiosas instituições universitárias brasileiras.
Esta eleição corrobora a estreita colaboração de Paulo Osório com o Brasil, integrando, inclusive, alguns grupos de investigação de referência, como por exemplo o Grupo Nêmesis (Estudos do Léxico e da História da Língua Portuguesa da Universidade Federal da Bahia); o Grupo de Linguística Histórica da Universidade Federal de Minas Gerais; o Grupo de Estudos Semânticos do Português da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Paulo Osório congratula-se especialmente “com o facto de integrar uma Academia, da qual fizeram parte duas saudosas figuras proeminentes dos Estudos Linguísticos em Portugal” e “muito importantes” no seu percurso académico: Jorge Morais Barbosa (catedrático da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra) e João Malaca Casteleiro (catedrático da Faculdade de Letras, da Universidade de Lisboa)”.
Paulo Osório é, desde abril de 2021, catedrático de Linguística Portuguesa, da Faculdade de Artes e Letras, da Universidade da Beira Interior, instituição onde tem desempenhado diversos cargos de gestão académica.
É membro de organizações científicas internacionais e nacionais da área, tendo presidido à Associação Internacional de Linguística do Português entre 2014-2017 e é, desde janeiro de 2021, membro da Direção da Associação de Linguística e Filologia da América Latina, desempenhando a função de Delegado Regional (Espanha e Portugal).
A Academia Brasileira de Filologia “desde as suas origens se caraterizou como entidade cultural voltada para o trato dos assuntos concernentes à Filologia e à Lingüística sob seus vários aspectos”, como define Azevedo Filho, professor e filólogo brasileiro.
