Residentes em lares de terceira idade, conhecidos da Segurança Social, serão vacinados até ao final da próxima semana, disse António Costa.
A aceleração é possível graças à possibilidade de se retirarem seis doses, e não cinco, de cada frasco da vacina da Pfizer e da BioNTech e a possibilidade de a segunda dose ser tomada depois dos 21 dias iniciais, autorizadas pela Agência Europeia do Medicamento.
A retirada de seis doses de cada frasco permite “uma melhor gestão” do stock e “acelerar o processo de vacinação nos lares”, disse o primeiro-ministro, na apresentação de novas medidas de restrição.
Agora, afirmou, o objetivo é “concluir até ao final da próxima semana a vacinação integral da primeira toma em todos os lares”. De fora têm ficado as instituições com surtos de covid-19, onde a vacinação é desaconselhada.
Entre idosos e trabalhadores em lares e profissionais de saúde, até ao momento, Portugal já vacinou mais de 130 mil pessoas. Nenhuma sofreu uma reação adversa severa, assegurou ao JN Francisco Ramos, coordenador da task force para a vacinação contra a covid-19.
DGS desaconselha em pessoas com hipersensibilidade a substâncias contidas no fármaco ou com “doença aguda grave” para “evitar a sobreposição dos sintomas da doença com eventuais efeitos adversos à vacinação”, lê-se na norma.
