Ordem dos Médicos

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Hospital de Castelo Branco “completamente esquecido”
O presidente da Secção Regional do Centro da , Carlos Cortes, pediu aos novos médicos que não permitam que haja “uma população de 1ª e outra de 2ª”,consoante o Hospital onde estão a ser tratados.

Carlos Cortes deixou este apelo aos 400 novos médicos, formados na Universidade de Coimbra e na Universidade da Beira Interior, no dia em que fizeram o Juramento de Hipócrates, no dia 10 de dezembro.

“Por os doentes estarem na Guarda, na Covilhã ou em Castelo Branco não têm menos direito à saúde do que aqueles que estão em Coimbra, em Viseu ou em Aveiro.
Os direitos são exatamente os mesmos e os médicos têm de os fomentar.

Carlos Cortes lamentou que na Região Centro, “nos últimos anos, tenha havido uma desvalorização de alguns Hospitais, fundamentalmente dos da Guarda e de Castelo Branco, que têm sido completamente esquecidos”.
E deu como exemplo os atrasos nas nomeações para os conselhos de administração, a perda de valências e a falta de colocação de profissionais.

“Isto demonstra bem que o poder político desvaloriza as populações do Interior” e o presidente da Secção Regional do Centro da , Carlos Cortes, frisou que “os médicos não querem acompanhar esta desvalorização”.

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