Castelo Branco

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Câmara com Orçamento de 60 milhões

A autarquia de aprovou um orçamento no valor de 60 milhões de euros para 2021, mais 8,9 milhões de euros face ao deste ano.

“Projetos significativos” para o desenvolvimento do concelho de : a concretização do Centro de Oportunidades Sociais da Quinta do Moinho Velho, as ciclovias, o Parque Urbano Cruz do Montalvão, a requalificação da área de Localização Empresarial ou a ligação da avenida do Empresário à Zona Industrial.

“Entendemos que este é o orçamento que melhor responde às necessidades existentes no concelho. Apresenta um conjunto diversificado de projetos que consolidam uma política multifacetada, forte e pertinente, enquadrados na estratégia definida por este executivo socialista”, explica, em comunicado, o presidente do Município, José Augusto Alves.

O orçamento foi aprovado, por maioria, na última reunião de Câmara, com os votos contra dos vereadores do PSD, Carlos Almeida e Hugo Lopes, tendo agora que ser votado pela Assembleia Municipal.

“Trata-se de um orçamento robusto, ambicioso e abrangente, sem perder de vista a sustentabilidade da autarquia e tendo presente aquilo que é a manutenção do equilíbrio financeiro do Município”.

Face ao orçamento inicial de 2020, representa um aumento de 17,4%, um acréscimo de 8,9 milhões de euros.
“Este acréscimo surge de forma a dar resposta aos desafios do ano 2021, nomeadamente a mitigação dos efeitos causados a diferentes níveis pela pandemia covid-19, a concretização de projetos que consolidam o desenvolvimento urbano e sustentável do concelho e a assunção do processo de descentralização de competências, nomeadamente as relacionadas com a educação”.

José Augusto Alves explica que se trata de um orçamento que volta a permitir a intervenção do município de num conjunto diversificado de áreas, tais como a economia, ação social e saúde, habitação, educação, indústrias, empreendedorismo e inovação, turismo, entre outras.

“Neste sentido, o orçamento apresenta um aumento das despesas correntes, por força das medidas do Apoia (algumas delas ainda com reflexos em 2020) e pelas despesas relacionadas com a educação, nomeadamente as relacionadas com o pessoal não docente, refeitórios e despesas de funcionamento”, refere a autarquia.

“Da análise às Grandes Opções do Plano, constata-se a priorização das funções sociais e funções económicas, sendo que estas representam cerca de 76,5% do total, num valor que ascende aos 29,4 milhões de euros”.

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