Politécnicos

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“Importantes motores de desenvolvimento”
A mudança de nome e a possibilidade na atribuição do grau de doutor neste subsistema “são alterações há muito almejadas e contribuem para o reforço da coesão territorial”, sublinha o Sindicato dos Professores da Zona Centro (SPZC).

As alterações que têm vindo a público sobre o subsistema Politécnico de Ensino Superior, no contexto do Regime Jurídico das Instituições Ensino Superior (RJIES), “são fundamentais para o reforço do papel que estas instituições detêm nas geografias em que se localizam e a que pertencem”, escreve o SPZC em nota de imprensa.

O SPZC considera importante a iniciativa da mudança do nome dos Institutos para, por exemplo, Universidades Politécnicas.
“É uma mais-valia no contexto europeu e internacional, captando mais estudantes estrangeiros, e é uma forma de se eliminar o estigma deste subsistema de ensino junto de alunos e famílias.
Merece igual referência positiva a possibilidade de este subsistema de ensino superior poder atribuir o grau de doutor”.

Porém o SPZC diz continuar a aguardar pela “remarcação da reunião, no Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior”, que foi adiada, a pedido do Ministério, “onde pretendemos apresentar as nossas propostas, tendo por objetivo a resolução dos problemas específicos que vivem os docentes das Universidades e dos “.

O Sindicato pretende negociações com resultados e vencimentos valorizados.
De âmbito mais geral, as reuniões com o Ministério da Educação (ME) têm decorrido, até agora, “com muita elevação e rigor institucional”.

E não pondo em causa essa postura, “necessitamos que os encontros possam ter resultados palpáveis e concretos que permitam ultrapassar as muitas fragilidades que continuam a afetar docentes e escolas”.

“A falta de resposta do Governo ao galopar da inflação, mas também o problema grave da desvalorização dos salários e das pensões, preocupam-nos de sobremaneira.
A inflação, refira-se, raia este momento os 9% e tem tendência a escalar.
A Administração Pública, recorde-se, teve apenas um aumento de 0,9%.
A acrescer a isto, o Primeiro-Ministro falou no aumento de 20% do salário médio ao longo da legislatura, responsabilizando o setor privado, as empresas, para o cumprimento desta meta.
É caso para dizer que António Costa deverá dar o exemplo no setor de que é responsável, a Administração Pública. A palavra dada deverá ser respeitada”.

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