Filarmónica Idanhense assinala 130 anos
A Filarmónica Idanhense comemorou, no dia 8, o seu 130º aniversário com o magistral concerto “Canções da Música Portuguesa”, uma viagem pela música nacional plena de cultura, talento e juventude.
Sob a batuta do maestro João Abrantes, a banda subiu ao palco do Centro Cultural Raiano, com Jorge Almeida, trompete-solista da Orquestra Sinfónica Portuguesa.
Após o concerto, o presidente da Câmara de , Armindo Jacinto, felicitou a Filarmónica Idanhense e realçou o dinamismo da instituição centenária: “Em , Cidade Criativa da UNESCO, na área da Música, convivemos todos os dias com a música e a Filarmónica Idanhense é, neste domínio, uma peça fundamental devido ao excelente trabalho desenvolvido desde o Berçário à Universidade Sénior”.
A vitalidade da Filarmónica Idanhense está presente nos muitos projetos que têm sido implementados nos últimos anos e que envolvem centenas de pessoas de todas as idades.
A presidente da instituição, Carla Costa, considera que “o caminho para garantir um futuro risonho passa, sobretudo, pela formação, formal e não formal”.
A dirigente lembra que o ensino formal está direcionado para a Academia de Artes Catarina Chitas, que tem mais de 100 alunos e obteve, este ano, o reconhecimento internacional da “Associated Board of the Royal Schools of Music”, com sede em Londres, permitindo a certificação musical até ao grau de Licenciatura, por uma das mais prestigiadas organizações de ensino de música do mundo.
Por seu turno, o ensino não formal tem especial relevância na Universidade Sénior de , um projeto coordenado pela Filarmónica Idanhense e frequentado por mais de 270 alunos.
No final do espetáculo, Jorge Almeida saiu do palco com uma prenda muito especial: uma Beiroínha ou Cavaquinho da Beira, instrumento inovador desenvolvido no âmbito da Oficina da Música Tradicional da Filarmónica Idanhense, que o conceituado trompetista promete dar a conhecer em digressões por todo o mundo.
