Demissão no CDS
José Pedro de Sousa, em carta aberta, apresenta a demissão da Comissão Política Concelhia do CDS- e sai do partido.
José Pedro de Sousa crítica Assunção Cristas pela visita a com o propósito de “Ouvir Portugal”, recordando à líder que durante “dois anos não teve a bondade de alguma vez se deslocar à cidade, concelho e distrito de para ver e ouvir o Interior”, acentuando ainda que “no último ano, em que foi um dos distritos mais fustigado pelos incêndios no que concerne a área ardida, com 38.962 hectares, representando cerca de 18% do total, Assunção Cristas não teve a bondade de se deslocar e visitar para se inteirar da situação e ouvir as populações afetadas”.
E quando se aproximam as Legislativas, Assunção Cristas “resolve fazer uma tournée pelo País e, mais de 2 anos depois de ter sido eleita, visita pela primeira vez sob o lema “Ouvir Portugal”. Visita, esta, que, resulta, agora, pouco genuína e muito oportuna”.
José Pedro Sousa escreve que “como albicastrense (de coração e por adoção), e por lealdade para com a cidade e região que tão bem me soube acolher, entendo que merece outro respeito e consideração.
não pode ser lembrado apenas e aquando dos períodos eleitorais e por que fica bem ficar na fotografia com o “pobrezinho”.
José Pedro Sousa lembra os 3 atos eleitorais em que se apresentou, “sempre em listas próprias do CDS, elegi, fui eleito e contribui para a eleição de 3 deputados municipais em Idanha-a-Nova e e dei o meu contributo para a eleição de 8 membros para as Assembleias de Freguesia” e nunca recebeu, pela voz da sua presidente, “uma palavra de agradecimento, um obrigado. A verdade é que nem Assunção Cristas, nem a direção do partido se dignaram, alguma vez, tomar tal gesto e dar tal palavra. É uma questão de respeito e (boa) educação. O que não existiu”.
