Formação de Aplicadores de Produtos Fitofarmacêuticos
A Associação Cultural e Desportiva da Carapalha em colaboração com a Associação Distrital de Agricultores de Castelo Branco, tem levado a cabo diversas ações de formação sobre Aplicação de Produtos Fitofarmacêuticos.
Segundo o presidente da instituição, José Perquilhas ,“esta é a forma de demonstrar que nos preocupamos com uma comunidade, atentos aos seus problemas, à vida quotidiana de cada um… Foi uma forma de desencravar uma fechadura onde parece que encontrámos a chave certa para resolver os problemas dos cidadãos, que foram bombardeados com legislação e com poucas alternativas para os resolver”.
Durante o mês de fevereiro e março foram feitas diversas ações, Módulo de Aplicação de produtos fitofarmacêuticos – Formação Inicial de 4 horas. Ficando por cumprir, as restantes 25 horas , conforme determina a legislação em vigor.
Aos inscritos e aos que frequentaram as ações foram passados Certificados de Inscrição e respetivos Certificados de Aproveitamento.
Assim, para efeitos de aquisição de produtos fitofarmacêuticos, os aplicadores profissionais que se tenham inscrito ou realizado a Formação Inicial, devem apresentar nos estabelecimentos de venda os respetivos Certificados de inscrição, que são válidos até dia 31 de maio de 2016, ou os Certificados de Aproveitamento que são válidos no máximo pelo período de dois anos após a sua emissão.
Também até dia 31 de maio, com o Certificado de Inscrição podem adquirir os aplicadores profissionais que se inscreveram para a Prova de Conhecimentos no âmbito do descrito no Despacho nº 3147/2015 ou em ações de formação de Aplicador de Produtos fitofarmacêuticos e que aguardam a sua realização ou conclusão até dia 31 de maio de 2016.
Os estabelecimentos de venda devem, assim, nas situações referidas, registar na fatura o número dos respetivos Certificados de Inscrição ou Aproveitamento.
Para José Perquilhas, presidente da Associação Cultural e Desportiva da Carapalha, ”a formação profissional é um desafio, um projeto que, ajuda pessoas, a melhorar os conhecimentos e a cumprir a lei… esperamos que as restantes 25 horas sejam definidas e possamos enquadrar um regime de co-financiamento, pois quem legisla tem que estar atento ás condições da famílias, se exigem têm que proporcionar condições favoráveis e não de congestão, Estaremos atentos e esperamos, em breve, apoio de entidades promotoras e formadoras no setor em questão, bem como em outras áreas formativas. Trabalhamos para as pessoas.”
Dia 16 de abril haverá novas ações de formação.
