O Sindicato dos Professores da Zona Centro (SPZC) continua a batalhar contra a eventual escolha de 1/3 dos docentes pelas Escolas. “Este é um processo melindroso e exige união de todos. Sejam docentes contratados ou dos quadros”.
Esta rejeição categórica assenta “em princípios de justiça, igualdade e equidade a que nenhum educador e professor se deve furtar ou sequer alhear. Os efeitos de uma presumida decisão desta natureza são de uma enorme magnitude, gerando prejuízos irreparáveis no futuro. Por isso é que cada um, sem rodeios ou hesitações, deve estar envolvido e unido na defesa de requisitos justos, isentos e transparentes”.
Para já, o ministro da Educação, João Costa, fala em 33% das vagas poderem vir a ser ocupadas com uma seleção direta pela escola.
“É caso para perguntar: e a seguir, escalará para que percentagem? Esta medida traz-nos claramente à memória outras decisões perversas, e de mau agouro, da autoria de Maria de Lurdes Rodrigues”.
A lista nacional de graduação profissional tem de ser “mantida porque é o único requisito que preserva qualquer tipo de influência nefasta e alheia ao procedimento concursal, seja ela de índole político-partidária, amizade, familiar ou pessoal”.
