Município desliga iluminação decorativa
O aumento das despesas associadas à iluminação pública, consequência da escalada do preço da energia elétrica, levou o Município de a refletir e ponderar quais as opções que poderiam ajudar a diminuir o valor da fatura mensal de eletricidade.
Assim a partir de 12 de outubro, a autarquia desligou as luzes decorativas da cidade, considerada iluminação pública não essencial, como por exemplo as luzes que iluminam as fachadas de edifícios públicos (como a Câmara Municipal), de monumentos (como as Torres do Castelo), entre outros (como a Fonte Cibernética).
“Os tempos estão muito difíceis e temos de fazer opções”, explica o presidente da Câmara Municipal de , Rui Ventura, justificando esta medida que, no seu entender, não coloca em causa a segurança das pessoas e da cidade.
“Para já, vamos pôr em prática esta medida e vamos ver o impacto que vai ter na conta da luz. Se não for suficiente, teremos de pensar em outras medidas, mas para já, vamos avançar com esta.
Tal como nas nossas casas temos de gerir o orçamento familiar e adaptar-nos aos tempos que vivemos, também nas instituições públicas é preciso fazer essa gestão, com mais rigor ainda”, conclui Rui Ventura.
