Gestão de fogos rurais
acolheu, no dia 28 de novembro, o encontro conclusivo do Projeto de Instalação e
Beneficiação da Rede Primária de Faixas de Gestão de Combustível, desenvolvido
através do concurso público 09.2019/ICNF – Serviços de instalação e beneficiação da
Rede Primária de Faixas de Gestão de Combustível (RPFGC) assente em faixas de
interrupção de combustível (FIC).
Esta candidatura efetuada e executada pelo ICNF com o apoio dos respetivos Municípios,conseguiu intervencionar, ao longo dos últimos 3 anos, mais de 800 hectares noâmbito da Gestão de Fogos Rurais no Alto Alentejo, nomeadamente, nos concelhos de (390,6ha), Castelo de Vide (165,75ha), Marvão (242,45ha) e Portalegre (30,15ha).
Além do briefing inicial no Heliporto de , onde foi realizado o balanço do projeto, a
ação estendeu-se a algumas áreas intervencionadas nas freguesias de Montalvão ()
e Póvoa e Meadas (Castelo de Vide), nas quais foi possível observar o trabalho
desenvolvido e analisar a sua viabilidade no combate aos incêndios rurais.
O encontro reuniu representantes e técnicos das diversas entidades envolvidas na
execução dos trabalhos, nomeadamente, a presidente da Câmara Municipal de ,
Idalina Trindade, o vice-presidente Câmara Municipal de Castelo de Vide, Nuno Calixto,
o diretor Regional Adjunto da Área de Gestão de Fogos Rurais do Alentejo, João
Pereira, o chefe de Núcleo Sub Regional da Área de Gestão de Fogos Rurais do Alto
Alentejo, José Motaco, o perito da Área de Gestão de Fogos Rurais do Alto Alentejo,
João Dona, e o representante da CIMAA, Carlos Lourenço.
A ação contou também com a presença de diversos elementos da Autoridade Nacional
de Proteção Civil como o comandante regional de Emergência e Proteção Civil do
Alentejo, José Ribeiro, o comandante operacional distrital de Portalegre, Rui Conchinha,
bem como o 2º CODIS, João Vaz, e ainda com os Comandantes dos Bombeiros Voluntários de e Castelo de Vide, David Lourinho e António Raimundo, respetivamente.
As faixas de gestão de combustível constituem uma das medidas de prevenção estrutural na defesa de pessoas e bens e do espaço florestal contra a ocorrência de incêndios rurais.
Os fenómenos meteorológicos, cada vez mais frequentes, tornam estes incêndios
cada vez mais perigosos, exigindo um combate mais pensado, e estas faixas constituemse, portanto, como um elemento crucial a aproveitar em “janelas de oportunidades” que podem ser determinantes na extinção do fogo.

