Castelo Branco

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Estudantes da ESTCB angariam tampinhas de plástico para a causa “Vamos Ajudar a Constança”

A Associação de Estudantes (AE), da Escola Superior de Tecnologia de (ESTCB), conseguiu realizar a entrega das tampinhas de plástico, que estiveram a recolher e a armazenar desde Novembro de 2022.

Em comunicado, aquela AE agradeceu publicamente “a todos aqueles que, tanto em como no Fundão, se associaram à causa Vamos ajudar a Constança, nomeadamente, aos Bombeiros do Fundão por terem cedido um local para recolha de tampinhas, à Teresa Salvado por ter tratado da logística da recolha das tampinhas no Fundão, aos ex-alunos da Escola Superior de Tecnologia Rodrigo Silva e Ricardo Duarte por se terem disponibilizado para fazer a entrega das tampinhas em Fazendas de Almeirim, à AJUVAL por ter cedido a carrinha para o transporte das tampinhas”.

“Na Associação de Estudantes da Escola Superior de Tecnologia de , vamos continuar a recolher tampinhas e caricas para esta causa”, concluiu.

Os interessados em contribuir para esta causa, basta contactarem a Associação de Estudantes, através das redes sociais ou através do email [email protected] e até mesmo na página de Facebook “Vamos ajudar a Constança”.

As principais formas de ajuda passam pela recolha de:

– Tampinhas de plástico
– Caricas
– Donativos Mbway 938815081
IBAN PT50 0007 0000 0039 4156 6882 3
VENDA SOLIDÁRIA
– Porta chaves (4 )
– Canecas (6 )
– Sacos (5 )
– Bloco de bolso (4 )
– Bloco A5 (6 )
– Chapéus de chuva (10 )

Recorde-se que perda da linguagem, perda de habilidades motoras, escoliose precoce e osteopenia/osteoporose e convulsões, assim como epilepsia resistente a medicamentos, movimentos de mão involuntários e estereotipados, Irregularidades respiratórias (apneia e hiperventilação), apraxia e dispraxia, Problemas gastrointestinais, função cardíaca e circulação sanguínea deficientes e tremores parkinsonianos, são os sintomas da Síndrome de Rett, que geralmente se desenvolve entre os 6 e 18 meses de idade.

Uma doença genética não hereditária, que afeta, aleatoriamente, uma menina em cada 10 mil meninas nascidas saudáveis, e um menino em 1 milhão de crianças nascidas saudáveis.



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