Covilhã

Covilhã

Fogo Fogo trazem calor e funaná ao TMC
Os Fogo Fogo apresentam ao vivo no TMC, às 21H30, deste sábado, dia 18 de fevereiro, o seu novo repertório, baseado no disco de originais “Fladu Fla”, editado no final de 2021; integram ainda o alinhamento sons de clássicos do “funaná” que a banda transporta para os tempos de hoje, utilizando instrumentos elétricos e formações musicais semelhantes às dos grupos de pop/rock e afro/funk/reggae dos anos 60/70.

Com influências de rock psicadélico e dub, alguns dos estilos mais experimentais dessas épocas, procuram levar mais longe essa tradição, à luz dos dias de hoje.

Encontram-se, igualmente, temas mais leves ou sentimentais no repertório, envolto de muito movimento, psicadelismo, dança, calor e amor.

Os Fogo Fogo garantem festa, seja de pé ou sentados, e o berço que os vê nascer é vibrante e especial: é uma Lisboa onde cabe toda a África, sobretudo a que fala português, tanto a do futuro como a do passado.

Um lugar onde ainda é possível encontrar as obscuras pérolas de edição de autor que a diáspora de Cabo Verde gravou e que o mundo nunca ouviu. Essa é a Lisboa que, qual vulcão, expeliu Fogo Fogo.

O projeto de Francisco Rebelo (baixo), João Gomes (teclas), Edu Mundo (bateria), Danilo Lopes (vozes/guitarra) e David Pessoa (vozes/guitarra) representa a força experiente e enérgica destes músicos que há muito nos habituaram por esses palcos fora. Os cinco juntos somam quase 120 anos de carreira.

Cada um deles é dono de um talento imenso, consolidado pela experiência de anos em alguns dos maiores palcos do mundo.

Nástio Mosquito, poeta, artista plástico, ator e músico angolano descreve Fogo Fogo como “uma celebração da cultura do baile, do quintal, do clube e dos exageros familiares da carne e do coração (…) Testemunhar a poeira que a banda gera (…) é algo que se inspira, e inspira. Oiço Fogo Fogo e não penso em multiculturalismo. Oiço Fogo Fogo e sinto que eles me pertencem. Presenciar Fogo Fogo alimenta partes em nós

VER NO FACEBOOK