Covilhã

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Abriol no TMC~
O Teatro Municipal da (TMC~) apresenta, em abril, uma programação diversificada nas áreas artísticas de música, teatro e dança, com destaque para os espetáculos comemorativos do 25 de Abril e do Dia Mundial da Dança.

Este sábado, 1 de abril, às 21H30, a companhia Teatro Meridional apresenta no TMC~ o espetáculo “O Sr. Ibrahim e as Flores do Corão”, de Eric-Emmanuel Schmitt, com encenação de Miguel Seabra e interpretação de Miguel Seabra (texto) e Rui Belo (música).

Sarah McCoy regressa a Portugal e atua no TMC~, no dia 6 de abril, às 21H30 para apresentar o novo disco editado em janeiro, “High Priestess”.
O álbum foi produzido por Renaud Letang (Feist, Manu Chao, Charlotte Gainsbourg, Jane Birkin) e pelo conceituado pianista canadiano Chilly Gonzales.

De 11 a 15 de abril, o TMC~ acolhe o 5º Concurso Internacional de Percussão da Beira Interior, uma iniciativa da Câmara Municipal da organizada pela Associação Cultural da Beira Interior (ACBI).
Destinado a jovens percussionistas até aos 30 anos, o objetivo deste concurso é promover a qualidade artística assim como o desenvolvimento de experiências musicais.

No dia 20 de abril, às 21H30, o concerto de Rita Vian marca o arranque da 19ª edição do Festival Y – festival de artes performativas, organizado pela Quarta Parede.

O TMC~ celebra o 25 de Abril com um concerto da Brigada Victor Jara.
Fundada em 1975, há quem veja, com carinho, como uma referência maior da música tradicional portuguesa e há também quem a tenha descoberto há pouco tempo. A Brigada é tudo isso – memória afetiva e proposta inovadora – um lugar de permanente transformação da música portuguesa de raiz tradicional.

Neste concerto no TMC~ que celebra a Revolução, a Brigada Victor Jara traz à “mesa” da festa muitos dos seus temas mais emblemáticos e abordagens novas a canções do nosso imaginário, memórias do 25 de Abril – canções de todos os tempos, percurso de uma vida, de muitas vidas.

No Dia Mundial da Dança, 29 de abril, às 21H30, o TMC~ apresenta o espetáculo “Não Canteis a Valsa, três cadernos em dueto”, pela companhia Dança em Diálogos.
Trata-se de um bailado inter-artístico concebido para cinco bailarinos e dois pianistas, que propõe um modelo performativo híbrido onde se dissipa a fronteira entre bailado e concerto. Um diálogo vivo entre música e dança que tem como ponto de origem as Melodias Rústicas Portuguesas do compositor Fernando Lopes-Graça (1906-1994) e que convoca a imagética paradigmática da artista visual Helena Almeida (1932-2018).





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