Chama-se ”O garoto sem modos” e é o primeiro livro da engenheira florestal Célia Teixeira.
Já se encontra em pré-venda e a BBTV falou com a autora para desvendar um pouco mais deste garoto e perceber como é que uma engenheira florestal chega à escrita.
Célia Teixeira afirma que, este é “um pequeno livro com uma mensagem de alento e esperança que tive o privilégio de partilhar com uma pequena/grande ilustradora, a Joana Delgado”.
E claro, atendendo ao seu trabalho, nesse âmbito, e ao contacto que tem com os mais jovens, Célia Teixeira fez questão de deixar uma mensagem, em jeito de moral da história, afirmando que “é na diversidade que se encontra o valor da vida” e que “entender a diferença é uma forma de ser maior, dando alento a quem, por se sentir diferente, possa verificar que afinal haverá uma “luz no final do túnel”.
A autora acrescenta que o trabalho empreendido com as escolas no âmbito da sensibilização ambiental permitiu-lhe tirar ilações acerca da dificuldade de aceitação da diferença e do espírito de solidariedade e inclusão.
Foi a engenheira que decidiu tomar a iniciativa e contactar diferentes editoras. “Foi difícil escolher a que iria editar o meu livro, já que tive feedback positivo de várias”, frisa.
Da sua experiência profissional, na área de sensibilização ambiental junto dos mais novos, há cerca de 20 anos, surge o gosto pela escrita e “a vontade em passar uma mensagem que torne a nossa sociedade um pouco mais solidária”, conclui.
E, depois, com o intuito de dar maior ênfase à sua mensagem, juntou-lhe a ilustração, porque frisa, “as ilustrações dão vida à escrita e sugerem uma leitura mais «doce e “entusiasmante»”.
E, é aí que surge a Joana Delgado, uma menina de 13 anos com um dom fenomenal para a ilustração, destaca Célia Teixeira, “com quem tive o enorme prazer em trabalhar”, frisa.
O livro encontra-se em pré-venda no site da editora, Oficina da Escrita e mais tarde, a Wook, Bertrand, Fnac, já mostraram interesse, entre muitas outras livrarias. E o que se segue?
Célia Teixeira tomou-lhe o gosto e já está outro livro a ser trabalhado, “O miúdo sem Cor”… e assim a autora persegue o lema de que é na “diversidade que se encontra o valor da vida”.
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