“Chiribi Tátá Tátá” no Museu do Canteiro
São vários trabalhos feitos em pasta de papel que estão agrupados por diferentes temáticas, tendo por fio condutor a ironia e humor.
É deste modo que se podem apresentar os “Bonecos” da exposição “Chiribi Tátá Tátá” da autoria de Luís Robalo, que estão patentes no Museu do Canteiro, em Alcains, até ao dia 3 de novembro.
Esta não é a primeira vez que o Museu do Canteiro recebe os trabalhos de Luís Robalo. Desta feita com 4 grupos temáticos: duas são apologéticas e duas crítico-trauliteiras.
O desfile “Jogos O´limpos/Jogos O´sujos” liderado pelo “Lusito porta-insígnias”; “as cunhas e os cunhadores” e “os inimigos no fute e amigos no copo” são alguns dos títulos mais apelativos e sugestivos.
São assim os “Bonecos” instigadores e inspiradores que Luís Robalo apresenta nesta nova mostra.
Sem formação técnica ou artística, Luís Robalo assume que usa o método de “tentativa-erro-acerto”, esperando por isso “alguma tolerância para os bonecos”. Ciente de que “sem ter outras credenciais ou desculpas”, apresenta o seu trabalho marcado pelo “agrado com que os fez nos longos tempos de ócio que a situação de reforma lhe trouxe”, desconhecendo “se o mesmo agrado alcançará, ou não, quem os olhar. Veremos, como diz o cego”.
Joaquim Luís (Luís por opção familiar) Mendes Robalo (opção clínica), apresenta-se agora como Luís Robalo, artesão bonequeiro, que toda a vida cirandou no espaço baixo-beirão.
Nascido em Vale de Lobo, Penamacor, cresceu em Alpedrinha. Passou os últimos anos de atividade profissional em , como médico Otorrinolaringologista.


