Castanheira de Pera

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Plano de Mobilidade Urbana Sustentável
A 1ª apresentação do Plano de Ação de Mobilidade Urbana Sustentável (PAMUS) para a vila de decorreu no dia 9 de outubro, enquadrado num projeto mais vasto de reabilitação e regeneração urbana.

O Plano encontra-se em fase inicial de execução (estudo prévio), estando prevista nova sessão de esclarecimento aberta à população, no dia 26 de outubro.

Ascendendo a 7 milhões de euros, com um prazo de execução até 2027, as intervenções previstas repartem-se por vários pontos do centro de , incidindo no reordenamento do trânsito e estacionamento automóvel e na melhoria da circulação pedonal, através da extensão e alargamento de passeios e da promoção da acessibilidade inclusiva.

A Praça Visconde de , o largo dos Paços do Concelho, beneficia de arranjos urbanísticos de relevo, eliminando-se declives e barreiras condicionantes à boa acessibilidade e circulação pedonal e melhorando-se as condições de segurança, conforto e fluxo dos residentes e transeuntes.

Numa visão mais abrangente, as intervenções previstas no PAMUS combinam-se com outros projetos de reabilitação e regeneração urbana projetados para aquela zona nobre e central da vila, com destaque para as obras previstas de requalificação do Mercado Municipal.

O reordenamento do fluxo do trânsito automóvel no perímetro urbano da vila elimina os pontos conflituantes com a circulação pedonal ou a falta de estacionamento, prevendo-se a extensão de troços de vias de sentido único, respetivamente na rua dos Bombeiros Voluntários, rua Silva Bernardes, rua João Bebiano, rua Dr. José Fernandes de Carvalho e na avenida de São Domingos.

O Plano de Ação de Mobilidade Urbana Sustentável (PAMUS) visa a promoção da mobilidade urbana multimodal sustentável nas zonas urbanas, através da valorização de “modos suaves” que potenciem o uso de transportes públicos, a melhorias das condições de circulação pedonal e a criação de ciclovias.

A transição modal para sistemas de mobilidade mais limpos e seguros procura responder a critérios de sustentabilidade ambiental, prosseguindo uma estratégia de baixo teor de carbono e de redução do consumo de combustíveis fósseis, relacionada com os impactos negativos da poluição atmosférica e sonora nos centros urbanos, assim como a eliminação de pontos de conflito entre o trânsito automóvel e a circulação pedonal.

A priorização do uso de “modos suaves” de transporte contempla ainda aquisição e implementação de um sistema de bicicletas públicas partilhadas.

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