Idanha-a-Nova

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Evocação do Centenário de Mário Soares
O Partido Socialista de reuniu cerca de 900 pessoas num jantar evocativo dos 100 Anos de Mário Soares, dos 50 Anos do 25 de Abril, e dos 20 Anos de Idanha Solidária.

O grande evento contou com a presença de Pedro Nuno Santos, secretário geral do PS, e de vários dirigentes socialistas do distrito de Castelo Branco, sem esquecer Vítor Pereira, líder da Comissão Política Distrital, e Armindo Jacinto, líder da Comissão Política Concelhia do PS de , que mobilizou esta grande homenagem.

Pedro Nuno Santos começou por destacar que “Idanha está aí para mostrar que a agricultura e o progresso estão aí de mãos dadas, aqui e na Europa. É obra do PS é obra de Armindo Jacinto”.

E destacou “os 56 milhões de euros na modernização do Regadio de Idanha.
E mais de 50 mil hectares de produção biológica.
É um orgulho o trabalho que o Armindo e o PS fizeram em “.
E afirmou, afincadamente, que o Interior tem possibilidades”.

E reafirmou “a injustiça que o País tem feito ao Interior…
Vamos lutar por igualdade em todo o território de Portugal.”
E repetiu varias vezes. “O Programa para a Valorização do Interior foi suspenso pelo atual Governo.
É o desprezo pelo Interior”.

“Idanha é o exemplo paradigmático do que foi o Poder Local, por que Mário Soares tanto lutou”, salientou Vítor Pereira, líder socialista da Comissão Política Distrital.

Armindo Jacinto recordou a grande visita de Mário Soares, como Presidente da República a Penha Garcia, há 39 anos.
“A este grande homem, Mário Soares, que enaltecia a cultura de um povo, das nossas aldeias e vilas deste Portugal Interior, a nossa gratidão”.

Mário Soares faria 100 anos no dia 7 de dezembro, passado.
E João Soares revelou que seu pai lhe confidenciou que “o PS está em boas mãos com Pedro Nuno Santos”.
E recordou os autarcas e Joaquim Morão, “como um dos homens grandes do distrito de Castelo Branco”.
“É muito tocante para mim ver a forma como reconhecem o meu pai”.
E recordou “o preso politico que foi mais vezes preso, embora não seja o que esteve mais tempo preso”.
“Ele, ideologicamente, nunca foi comunista. Foi sempre um homem de liberdade e travou também os grandes combates da liberdade, mesmo depois de 25 de Abril”.





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