CIMAA convicta da execução da Barragem do Pisão
Face às notícias que vieram a público relativamente à retirada do Projeto do Empreendimento Hidráulico de Fins Múltiplos do Crato, bem como de outros grandes projetos nacionais do Programa de Recuperação e Resiliência, a CIMAA, apesar da natural preocupação e responsabilidade que lhe assiste, mantem-se inteiramente confiante na posição do Governo, que conforme e por diversas vezes foi assumido, não vai deixar cair este projeto de interesse nacional, mantendo-se o compromisso para a construção da Barragem do Pisão.
Os autarcas do mantêm-se unidos e focados na execução deste projeto e reafirmam a forte convicção de que este projeto, transformador do território, será certamente concretizado.
A decisão de alterar a fonte de financiamento, comunicada no dia 30 de janeiro em reunião da Comissão Eventual de Acompanhamento da Execução do Plano de Recuperação e Resiliência, na qual a CIMAA não participou nem foi consultada, foi justificada pelo secretário de Estado de Estado do Planeamento e Desenvolvimento Regional, Hélder Reis, diretamente ao presidente da Comunidade InterMunicipal, tendo
em consideração a incerteza do cumprimento do prazo de implementação estabelecido para a construção do Empreendimento, junho de 2026.
Ainda assim, foi garantido pela respetiva tutela que as obras serão devidamente executadas com outros financiamentos, nomeadamente, através do Portugal 2030 e ou do próprio Orçamento do Estado.
Nem a CIMAA, nem os 15 autarcas do têm quaisquer responsabilidades diretas no atraso do projeto que, pela sua importância, dimensão e complexidade foi sempre conduzido com profissionalismo e competência, quer pela estrutura política, quer pela estrutura técnica da nossa Comunidade InterMunicipal, bem como por todas as entidades parceiras.
