A 15.ª edição do Boom Festival terminou esta quarta-feira em Idanha-a-Nova, com a participação de cerca de 41 mil pessoas de 169 nacionalidades. O evento contou com 824 artistas, terapeutas e facilitadores, que dinamizaram 55 palestras, 16 sessões de cinema e diversas atividades culturais e espirituais, sob o tema “The Ritual of Dance”.
Entre os destaques artísticos estiveram obras de Android Jones, responsável pela identidade visual do festival, murais de Dadara ligados à campanha “Love Has no Flags”, e esculturas de grande escala de Daniel Popper, Michael Benesty e do português RAM.
O festival acolheu também 557 crianças na zona Young Dragons, com atividades diárias entre as 9h e as 21h, como workshops de circo, cinema, origami, olaria e sessões de animação noturnas no “Family Camp”.
Reforçando a vertente ecológica, o recinto contou com 538 casas de banho de compostagem, 401 ecopontos e duas estações de tratamento de águas. O sistema de saneamento reduz o consumo de água e permite a transformação dos resíduos em composto de alta qualidade. A Valnor assegurou a reciclagem e reaproveitamento de resíduos, incluindo materiais compostáveis.
Desde 2015, o festival promove um projeto de reflorestação na Boomland, com a plantação de árvores e arbustos aromáticos como freixos, tílias, medronheiros e alecrim. A gestão florestal da área é assegurada pela associação IdanhaCulta.




