José Freixo que com o seu pato Donaltim deliciou milhares de pessoas

José Freixo que com o seu pato Donaltim deliciou milhares de pessoas

Natural de Castelo Branco, onde nasceu há 79 anos, José Freixo, após muitos anos de ausência da sua terra natal e longe da família e dos seus amigos, regressou há uns ao meio albicastrense, onde continua a levar a cabo alguns espetáculos na arte da ventriloquia.
Na sua juventude, estudou na antiga Escola Industrial e Comercial de Castelo Branco, onde concluiu o curso industrial. “Tive uma juventude muito feliz, onde os amigos se juntavam em amena cavaqueira, e sem dúvida, éramos mais felizes”.
Cumpriu o serviço militar no Batalhão de Caçadores 6, sendo mobilizado para Angola na altura em plena guerra colonial.
A sua veia artística nasceu nesta altura, “quando assistia a um filme, em que, o ator falava sem mexer os lábios. Comecei a observar bem como ele conseguia aquela arte, e experimentei, concluindo que, afinal também eu era ventríloquo”, recorda o artista com um largo sorriso.
Percorreu praticamente o país, e a Europa, pois a sua arte era requisitada para inúmeros espetáculos, e foi convidado para fazer parte do programa da “SIC 10 horas”, onde com Fátima Lopes, permaneceu mais de 6 anos. “Foram anos inesquecíveis, onde tudo era feito de improviso, sempre na companhia do meu Donaltim”, lembra.
Com 60 anos na vida artística, José Freixo, ainda continua a mostrar os seus dotes sempre que é solicitado, como aconteceu nesta edição do programa “Esta Terra, Esta Gente”.

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