Salva a Terra Ecofestival
Está de regresso mais uma edição do Salva a Terra Ecofestival a Salvaterra do Extremo.
Até dia 28 de junho, a vila recebe músicos, artistas, oficinas, conversas, dança e sessões de ioga, e uma feira de produtos biológicos, em vários espaços espalhados pela localidade, todos de acesso gratuito.
A iniciativa é co-organizada pelo Município de (Cidade Criativa UNESCO na Música), pela União das Freguesias de Monfortinho e Salvaterra do Extremo e pela Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza, e, este ano, conta com o apoio da ARI Geografia Criativa-Festival da Paisagem 2026 [Naturtejo].
Aquele que é considerado o mais ecológico dos festivais portugueses pretende criar uma consciência mais ecológica e ambiental, promovendo a distribuição dos seus lucros a favor do CERAS (Centro de Estudos e Recuperação de Animais Selvagens), sediado em Castelo Branco.
A ecologia, a sustentabilidade e o diálogo multidisciplinar e intercultural são também preocupações do Salva a Terra Ecofestival que traz participantes de países tão distintos, como Portugal, Espanha, Finlândia, Irão, Geórgia, Marrocos e Índia. emmy Curl, CABRA, Orfeão de Leiria, Bia Maria, Curcumbia, Sitar Jugalbandi e dois momentos DJ, com Soundsisters Morocco e Rádio Barraka, são alguns dos nomes presentes no festival.
Cinco palcos – Terra, Pelourinho, Igreja, da Misericórdia, e Lusco-Fusco – levam ao público diferentes sonoridades e experiências musicais, dando a conhecer artistas de países tão diversos, como Portugal, Espanha, Finlândia, Geórgia, Irão, Índia e Marrocos.
Além da programação musical, o Salva a Terra Ecofestival oferece ainda uma programação paralela com atividades como oficinas de música e dança, ou yoga.
A Quercus, que co-organiza este festival, preparou também um conjunto de iniciativas que incluem jogos pedagógicos, oficinas familiares, caminhadas e conversas, na grande maioria dirigidas a todas as idades, como o espaço infantil “Pequenos Salvadores da Terra” e a Feirinha das Crianças.
A edição deste ano acolhe ainda, no dia 27 de junho, o Showcase “The Digital Dimension of the Network of UNESCO Cultural Spaces (DigitICH)”, uma iniciativa internacional dedicada à preservação e divulgação do património cultural imaterial, reunindo sonoridades da Letónia, Estónia, Finlândia, Geórgia, Itália, Croácia, Macedónia do Norte e Eslováquia.
O encerramento do festival acontece no dia 28 de Junho, às 20H30, com “Sons da Terra e da Tradição”, um espetáculo criado pelo Orfeão de Leiria em colaboração com as Adufeiras de , combinando património imaterial, criação contemporânea e memória coletiva através da percussão, canto tradicional e performance.
À semelhança das edições anteriores, a entrada no festival é livre, assim como o campismo.
Fotos: BBTV Edição 2024




