O presidente da Câmara do Fundão, Miguel Gavinhos

O presidente da Câmara do Fundão, Miguel Gavinhos

O presidente da Câmara do Fundão, Miguel Gavinhos, revelou que a entrada em funcionamento da unidade de medicina nuclear para diagnóstico, instalada no antigo hospital da cidade, está dependente da aquisição de equipamentos essenciais.

Segundo o autarca, as obras da responsabilidade do município estão concluídas, faltando apenas garantir alguns equipamentos de diagnóstico.

Miguel Gavinhos explicou ainda que alguns dos equipamentos inicialmente testados se “revelaram obsoletos” e não poderão ser utilizados.

Em declarações à Rádio Cova da Beira, o autarca manifestou também a ambição de criar no Fundão um centro oncológico de referência para servir a população do interior do país. “O piso de cima é um sonho que também partilhamos, que é a possibilidade de criarmos no Fundão uma resposta como centro oncológico, um hospital oncológico de primeira geração”, sublinhou.

O projeto poderá contar com a parceria da Fundação Champalimaud, entidade com a qual já foram realizados vários contactos. “Estamos à procura dos melhores parceiros para o poder desenvolver e mantemos esse nível de aspiração para aquilo que queremos ter no Fundão”, referiu Miguel Gavinhos, na mesma ocasião.

Por sua vez, João Pedro Gomes, presidente do Conselho de Administração da ULS da Cova da Beira, destacou que a criação deste serviço já foi autorizada pelo Ministério da Saúde e pela Direção Executiva do Serviço Nacional de Saúde, abrindo caminho à concretização do projeto.

Foto: Arquivo BBTV

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