O Município da Covilhã vai manter abertos ao público, durante o fim de semana, espaços climatizados temporários, onde os cidadãos que necessitem se podem abrigar do calor, anunciou hoje a Câmara.
Decorrente do estado de alerta decretado pelo Governo, entre hoje e segunda-feira, devido à onda de calor que está a afetar o país, a Câmara Municipal da Covilhã preparou, com condições de repouso e climatização adequada, o auditório municipal, a biblioteca municipal e o complexo desportivo da cidade, que estarão abertos entres as 11:00 e as 18:00, para acolher quem precise de se proteger durante os períodos de maior calor.
O presidente da Câmara, Hélio Fazendeiro, disse à agência Lusa que a autarquia, através do Serviço Municipal de Proteção Civil, “acompanha com proximidade todas estas situações” e, mesmo antes do alerta, “o Município já tinha tomado medidas para alertar a população e para difundir as boas práticas a adotar nestas situações”.
Estas medidas, têm como principais alvos os grupos mais vulneráveis, como os idosos, crianças, grávidas ou doentes crónicos.
Mas os conselhos das autoridades são para toda a população, no que se refere proteger-se do calor, a beber água regularmente, mesmo sem sentir sede, a evitar a exposição solar nas horas de maior calor, a utilizar roupa leve, larga e de cores claras, a permanecer em locais frescos e climatizados sempre que possível e a manter um contacto regular com familiares, vizinhos ou pessoas em situação de maior vulnerabilidade.
Além do período indicado pelo Governo, a Câmara da Covilhã, no distrito de Castelo Branco, já tinha tomado outras medidas a nível interno.
“Ajustamos o horário dos nossos trabalhadores, das equipas operacionais que andam no terreno, que entram agora mais cedo, às 06:00, e fazem o horário contínuo, evitando assim os trabalhos no exterior nas horas mais críticas”, refere Hélio Fazendeiro.
O edil reitera que o Serviço Municipal de Proteção Civil, com regularidade e não só nesta situação, “está em contacto permanente com todos os agentes de proteção civil do concelho, desde as juntas de freguesia, à GNR, PSP ou à saúde”.
“O trabalho é sempre desenvolvido em articulação com todos”, assegura.
