A História deixa acontecimentos inexplicáveis, como o que aconteceu, esta manhã, na Igreja de Nossa Senhora de Fátima, em Castelo Branco, na missa de Ação de Graças pela vida do Padre José Sanches.
Quase se pode dizer, com total propriedade, que “hoje terminou a presença dos sacerdotes Redentoristas, em Castelo Branco”, com o adeus ao padre Sanches, antes da chegada nova comunidade Vicentina.
O templo estava repleto de gente que veio expressar o derradeiro Adeus ao padre e ao amigo que serviu esta comunidade e deixou uma obra social de vital dimensão educativa.
Os presidentes da Câmara Municipal, e da Junta de Freguesia, de Castelo Branco, Leopoldo Rodrigues e José Pires, respetivamente, entre outras entidades públicas da cidade, marcaram presença na celebração.
Presentes alguns confrades da Congregação do Redentor, liderados pelo padre Superior Provincial, Rui Santiago, a que se uniram diversos sacerdotes da região.
Presidiu à Eucaristia o Bispo titular da Diocese de Portalegre-Castelo Branco, D. Pedro Fernandes.
O Bispo orientou a sua reflexão, partindo do texto do Evangelho de Mateus, sobre o Sermão da Montanha, onde Jesus elenca as 8 Bem Aventuranças, que classificou como “A Magna Carta para a Felicidade”.
“Se o padre Sanches tem uma obra nesta cidade e nesta Diocese, há que agradecer a toda a comunidade que com ele deixa uma obra que todos admiramos. (…)
A partida não é una tragédia, mas interroga se a nossa vida faz sentido… se é vida de felicidade, de bem Aventurança, a que vivemos cada um de nós”.
Antes do rito da Encomendação da Alma, um grupo de funcionários do Centro Social dos Padres Redentoristas “cantou um hino ao Padre Sanches,” recordando os muitos dias que com ele conviveu e lembrando os pequenos gestos que tinha para as crianças da instituição.
E ecoou uma forte e longa salva da palmas de gratidão.
O funeral para o cemitério da cidade fez-se em cortejo apeado, simbolizando os derradeiros passos que o Padre Sanches, todos os dias, dava pelas ruas da cidade, dando sempre o “bom dia” a cada um com que cruzava”.
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