O acordo entre a Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) e a Fundação Amália Rodrigues (FAR) para assegurar o registo da marca AMALIA, nome do primeiro modelo português de inteligência artificial, custou 20 mil euros.
O modelo, cujo nome resulta da sigla de Assistente Multimodal Automático de Linguagem com Inteligência Artificial, foi financiado pelos contribuintes e treinado para escrever e conversar.
Segundo a Fundação Amália Rodrigues, a utilização da designação constitui “uma clara referência e homenagem” à fadista, justificando a necessidade de salvaguardar a utilização do nome.
Sem o entendimento alcançado entre as duas entidades, o processo de registo da marca apenas ficou completo quando a FCT acordou pagar 20 mil euros à FAR.
Foto: Lusa
Fonte: Público
