O Município da procedeu, no dia 27 de julho, à entrega simbólica de chaves de 37 habitações requalificadas e algumas construções quase de raiz, que abrangem 72 pessoas, entre moradores que já viviam nas casas e novas atribuições.
Estas reabilitações, enquadram-se na Estratégia Local de Habitação e implicaram um investimento de 1,2 milhões de euros, com financiamento do Programa 1.º Direito, no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) da União Europeia.
Em mão, o presidente da Câmara, Hélio Fazendeiro, procedeu à entrega simbólica nos locais abrangidos, a começar pela rua José Caetano Júnior, com 3 casas que resultam a demolição de 3 edifícios e respetiva reconstrução. Duas destas casas vão ver os antigos moradores voltar e a outra foi atribuída a um novo agregado.
Juntam-se 10 habitações que foram alvo de intervenções profundas, no Bairro do Rodrigo, e que dão resposta a 23 pessoas. Duas destas habitações também se destinam a novos moradores.
Os restantes 24 fogos intervencionados situam-se na da rua Nova do Souto, no Tortosendo, com um total de 46 moradores abrangidos.
No total, são 37 casas que integram um universo de 117 fogos intervencionados, no âmbito do programa 1.º Direito que conta com um investimento global que ultrapassa os 5 milhões de euros e cuja taxa de execução já ultrapassa os 85%, havendo 112 casas concluídas.
Representam um importante contributo para melhorar e aumentar as soluções de habitação na , permitindo melhorar a resposta social que o Município Covilhanense garante nesta área.
Um trabalho que começou por estar focado na requalificação de habitações, incluindo algumas demolições e reconstruções totais, sendo que a estratégia avançará agora para uma nova fase, como avançou o presidente da Câmara, Hélio Fazendeiro, que procedeu à entrega simbólica das chaves.
Segundo especificou, o Município pretende,, agora, avançar para a revisão da Estratégia Local de Habitação, com a definição de novos projetos públicos de aumento e medidas que sirvam de incentivo ao setor privado.
“A ambição do Município é reforçar o seu parque habitacional próprio, mas também criar condições para que os privados e o sector cooperativo possam alavancar a oferta”, detalhou, sublinhando a importância de criar mais soluções para rendas a preços acessíveis.

