A GNR vai ter na sexta-feira um dispositivo policial “especialmente direcionado” para acompanhar a marcha lenta de camiões que está preparado para adotar “as medidas que se revelem necessárias”, avançou hoje a corporação.
Numa resposta enviada à Lusa sobre o dispositivo montado para a marcha lenta, que prevê juntar mais de 400 camiões num percurso entre Paredes e Coimbra, através da A42, A41 e A1, a GNR indica que está a acompanhar e a monitorizar a iniciativa, mantendo contactos com os respetivos promotores para “garantir as necessárias condições de segurança e de minimizar os constrangimentos à circulação rodoviária”.
A Guarda Nacional Republicana salienta que são expectáveis constrangimentos à circulação rodoviária e não estão previstos corte nas autoestradas A41, A42 e A1, mas mantém-se “atenta à evolução da situação e preparada para adotar as medidas que se revelem necessárias”.
“A GNR terá um dispositivo policial especialmente direcionado para o acompanhamento da iniciativa, envolvendo os Comandos Territoriais das áreas abrangidas, designadamente na monitorização das zonas de acesso às autoestradas, viadutos e áreas envolventes, com forças pré-posicionadas e prontas a intervir caso se revele necessário”, precisa a corporação.
A GNR dá também conta que a Unidade Nacional de Trânsito “assegurará o controlo operacional do dispositivo de trânsito a nível nacional, acompanhando a evolução da circulação nas autoestradas abrangidas”, frisando que vão estar igualmente “pré-posicionadas forças de reserva, incluindo meios de manutenção da ordem pública para eventual empenhamento”.
A GNR indica que vai acompanhar “permanentemente as condições de circulação e divulgará informação atualizada sempre que se verifiquem constrangimentos significativos ou eventuais interrupções da circulação, indicando, em função das circunstâncias verificadas em cada momento, os percursos alternativos mais adequados”.
Esta força de segurança apela ainda a todos os condutores para que planeiem antecipadamente as deslocações, acompanhem as informações relativas ao trânsito e cumpram as indicações dos militares no terreno.
Empresários do setor das terraplanagens organizam na sexta-feira uma marcha lenta reclamando “respostas concretas” face ao aumento dos combustíveis que prevê juntar mais de 400 camiões num percurso entre Paredes e Coimbra, através da A42, A41 e A1.
“Temos, neste momento, a participação de mais de 100 empresas e de 400 carros pesados”, avançou à agência Lusa Miguel Machado Mendes, advogado representante dos promotores da iniciativa.
Segundo explicou, a marcha lenta “resulta de um movimento espontâneo de uma série de empresas do ramo das terraplanagens, movimentação de terras, extração de inertes e transportes”, um subsetor da construção civil “muito exposto e vulnerável ao aumento do custo das energias”, nomeadamente do gasóleo.
Texto: Lusa
Foto: GNR







A GNR vai ter na sexta-feira um dispositivo policial “especialmente direcionado” para acompanhar a marcha lenta de camiões que está preparado para adotar “as medidas que se revelem necessárias”, avançou hoje a corporação.
Numa resposta enviada à Lusa sobre o dispositivo montado para a marcha lenta, que prevê juntar mais de 400 camiões num percurso entre Paredes e Coimbra, através da A42, A41 e A1, a GNR indica que está a acompanhar e a monitorizar a iniciativa, mantendo contactos com os respetivos promotores para “garantir as necessárias condições de segurança e de minimizar os constrangimentos à circulação rodoviária”.
A Guarda Nacional Republicana salienta que são expectáveis constrangimentos à circulação rodoviária e não estão previstos corte nas autoestradas A41, A42 e A1, mas mantém-se “atenta à evolução da situação e preparada para adotar as medidas que se revelem necessárias”.
“A GNR terá um dispositivo policial especialmente direcionado para o acompanhamento da iniciativa, envolvendo os Comandos Territoriais das áreas abrangidas, designadamente na monitorização das zonas de acesso às autoestradas, viadutos e áreas envolventes, com forças pré-posicionadas e prontas a intervir caso se revele necessário”, precisa a corporação.
A GNR dá também conta que a Unidade Nacional de Trânsito “assegurará o controlo operacional do dispositivo de trânsito a nível nacional, acompanhando a evolução da circulação nas autoestradas abrangidas”, frisando que vão estar igualmente “pré-posicionadas forças de reserva, incluindo meios de manutenção da ordem pública para eventual empenhamento”.
A GNR indica que vai acompanhar “permanentemente as condições de circulação e divulgará informação atualizada sempre que se verifiquem constrangimentos significativos ou eventuais interrupções da circulação, indicando, em função das circunstâncias verificadas em cada momento, os percursos alternativos mais adequados”.
Esta força de segurança apela ainda a todos os condutores para que planeiem antecipadamente as deslocações, acompanhem as informações relativas ao trânsito e cumpram as indicações dos militares no terreno.
Empresários do setor das terraplanagens organizam na sexta-feira uma marcha lenta reclamando “respostas concretas” face ao aumento dos combustíveis que prevê juntar mais de 400 camiões num percurso entre Paredes e Coimbra, através da A42, A41 e A1.
“Temos, neste momento, a participação de mais de 100 empresas e de 400 carros pesados”, avançou à agência Lusa Miguel Machado Mendes, advogado representante dos promotores da iniciativa.
Segundo explicou, a marcha lenta “resulta de um movimento espontâneo de uma série de empresas do ramo das terraplanagens, movimentação de terras, extração de inertes e transportes”, um subsetor da construção civil “muito exposto e vulnerável ao aumento do custo das energias”, nomeadamente do gasóleo.
Texto: Lusa
Foto: GNR