A antiga Escola Primária do Violeiro

A antiga Escola Primária do Violeiro

A antiga Escola Primária do Violeiro, na freguesia de São Vicente da Beira – que atualmente serve de instalações para o Grupo Desportivo e Recreativo Violeirense – foi reabilitada pela Câmara Municipal de Castelo Branco, num investimento que rondou o valor de 50 mil euros, acrescidos de IVA.

O edifício foi intervencionado ao nível do telhado, palco e acessos, tendo ainda a área envolvente sido requalificada e a estrutura pintada no seu exterior.

A inauguração da recuperação da antiga Escola Primária aconteceu no domingo, dia 16 de agosto.

José António Morgado, do Grupo Desportivo e Recreativo Violeirense, lembrou que o imóvel “há muitos anos que carecia de atenção”, reforçando que subsistiam “infiltrações graves que exigiam uma nova e urgente ação para preservar a escola”.
Por sua vez, o Presidente da Junta de Freguesia de São Vicente da Beira, João Filipe Goulão, sublinhou que “muitas vezes fomos criticados, dizendo que o investimento de 50 mil euros aqui feito não valia a pena. Estamos lado a lado com o Presidente da Câmara”.

O Presidente da Câmara Municipal, Leopoldo Rodrigues, reiterou o princípio de
equidade territorial na resposta às necessidades da população, independentemente da dimensão das localidades: “Independentemente de nas nossas localidades viverem mais ou menos pessoas, todos têm o direito a ter exatamente as mesmas condições. Exemplo
disso é a intervenção na Lisga, onde investimos cerca de 2 milhões de euros e onde não vivem mais pessoas do que no Violeiro. Quando nos propomos a ser eleitos, é para servir todo o concelho, as freguesias e a população”.

Leopoldo Rodrigues esclareceu ainda a complexidade dos processos administrativos, lembrando que “não é possível fazer tudo ao mesmo tempo, pois há trâmites técnicos, concursos públicos e disponibilidade de empresas que têm de ser respeitados”. No entanto, sublinhou a determinação dos autarcas locais: “Nós, presidentes, temos foco e não desistimos perante as dificuldades ou as críticas. Esse é o caminho que prosseguiremos até ao final do mandato para servir as pessoas”.

A cerimónia terminou com uma palavra de reconhecimento e agradecimento aos
dirigentes associativos pelo empenho e dedicação constantes, destacando a sua
disponibilidade para liderar as associações “por amor à terra, à camisola e por uma
genuína vontade de servir a comunidade”.





VER NO FACEBOOK