António Costa pede desculpa e diz se sentir evergonhado pela apreensão de envelo

António Costa pede desculpa e diz se sentir evergonhado pela apreensão de envelo

António Costa pede desculpa e diz se sentir evergonhado pela apreensão de envelopes

Na primeira declaração ao país desde que se demitiu do cargo de primeiro-ministro na terça-feira, António Costa, começou por dizer que “que todos nós fomos supreendidos esta semana sobre um processo muito grave que levou à minha demissão” e disse que sobre a apreensão de envelopes com 75 mil euros do gabinete do seu chefe de gabinete, “mais do que me magoar pela confiança traída, envergonha-me perante os portugueses e por isso peço desculpa”.

Prosseguiu pedindo que não se confunda um processo judicial com o “exercício governativo” e um investimento que acredita ser fulcral para o interesse nacional. Mantém, diz, o “orgulho do investimento estrangeiro” e pede a manutenção da confiança dos estrangeiros em Portugal. “Hoje sempre o investimento é desejado”.

“Em segundo lugar gostaria de dizer que a simplificação de procedimentos aumenta a transparência”. Acrescenta que “a burocracia promove a opacidade”.

No terceiro ponto, Costa começa por explicar alguns dos pormenores do caso do Hidrogénio e do Lítio, que agora está sob investigação e envolvido num manto negro.

Diz estar a fazer esta declaração “para que Portugal não desperdice oportunidades estratégicas e para que futuros governos não percam instrumentos essenciais”.

Insiste que num investimento como este, “o maior em Portugal desde a AutoEuropa”, os investimentos “nunca podem resultar de uma mera decisão arbitrária de qualquer membro do Governo”.

Antes das perguntas dos jornalistas termina com a ideia que tem repetido ao longo do seu mandato, “à justiça o que é da justiça”.

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