11 mil projetos já estão aprovados
Ribeiro do Freixo passa para a Câmara de Idanha
O Ministro da Agricultura, Luís Capoulas Santos, passou o sábado em terras de Idanha-a-Nova e anunciou que o Banco de terras, que se arrasta há anos e com vários Governos, vai chegar em final de agosto, além de garantir que os hectares do Ribeiro do Freixo vão passar para a tutela da Câmara Municipal de Idanha-a-Nova, para neles potenciar, juntamente com o Couto da Várzea, novos projetos no setor do agroalimentar.
Capoulas Santos ficou impressionado com a dinâmica agrícola do concelho de Idanha, desde a produção à exportação, visitando a Incubadora de Base Rural de Idanha-a-Nova, um projeto que o ministro deseja que se multiplique por todo o País.
“Foi muito gratificante visitar a Herdade do Couto da Várzea, no Ladoeiro, onde está instalada a incubadora de Base Rural, porque pude perceber a dinâmica que ali existe, ao serviço de produtores inovadores que podem contribuir para aumentar a riqueza da região, para a fixação de populações e, sobretudo, para atrair gente jovem com novas ideias”, extravasou o Ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural.
O titular da pasta da Agricultura evidenciou que os tempos são de mudança e que “a Agricultura tem o dobro do crescimento, quando comparado com o crescimento da economia nacional”.
Capoulas Santos anunciou também que o Quadro Comunitário de Apoio ”é um grande instrumento de apoio para quem quer exportar e para quem quer transformar. Os apoios no PDR (Plano de Desenvolvimento Regional) já significam mais de 500 milhões de euros de investimento e mais de 300 milhões de apoio, com mais de 11 mil projetos já aprovados… quando chegámos ao Governo, não havia nenhum”.
Também os pequenos agricultores estão abrangidos, agora, nos fundos comunitários e “podem ter acesso aos apoios, através de associações locais para potenciar os pequenos projetos e criar esta dinâmica na agricultura”.
E por fim, o Ministro da Agricultura revelou mesmo que “até final de agosto, o Ministério vai publicar o banco de terras que está mal aproveitado. O banco visa concursos para instalar novos agricultores, com prioridade a jovens com formação adequada, que após 7 a 10 anos de utilização dessas terras, possam ser vendidas a esses agricultores para serem donos dessas terras que são do Estado e que vão entrar na bolsa de terras que vai surgir”… e para completar a dinâmica do Couto da Várzea, “também iremos resolver o problema do Ribeiro do Freixo que passará para a bolsa de terras da Câmara Municipal de Idanha-a-Nova”.
