Castelo Branco

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Jornadas da História da Medicina
As XXXI Jornadas da História da Medicina acontecem em , dias 11 e 12 de novembro, no auditório da Biblioteca Municipal, sob o tema “Medicina na Beira Interior da Pré-história ao Séc. XXI”.

A sessão Inaugural das Jornadas é às 18H30, de amanhã, sexta-feira, estando a Conferência de Abertura “O Conhecimento só floresce em Liberdade” a cargo do professor doutor Alexandre Quintanilha.

No sábado, os trabalhos iniciam às 9H30, com moderação de Maria José Leal, sendo abordadas as temáticas:
Amato Lusitano (c. 1511-c.1568). Poesia & Memorização – Alfredo Rasteiro.
De Abravanel a Paternack, passando por Amato Lusitano – J. David de Morais.
Os galináceos nas Curas Medicinais de Amato Lusitano – Albano Mendes de Matos.
João Palma- Ferreira – Ecos da Amato Lusitano em Salamanca nos anos 70 do Séc. XX
– José Miguel Santolaya e Pedro Miguel Salvado.

Às 11H00 prosseguem os trabalhos, moderados por António Lourenço Marques, sendo aboradados novos itens:
Inventários das Misericórdias da Beira Interior com interesse para a História da Medicina – Joaquim Candeias da Silva.
A Lepra no distrito de em 1932 no jornal ‘Mocidade Livre’- Maria
Adelaide Neto Salvado.
O Arquivo Judicial e a Medicina – José Avelino Gonçalves.
Fernando Namora (1919-1989): Irmão – ‘Deus- Demónio’ – Alfredo Rasteiro.

Pelas14H30 reiniciam os trabalhos, moderados por Paulo Samuel, sendo focados os temas:
Divulgação de boas práticas de saúde privada e pública no séc. XVIII: a obra
europeia de Tissot ‘’Aviso ao povo acerca da sua saúde’’ (1785) e a sua circulação em
Portugal pelo médico Manuel Joaquim Henriques de Paiva – João Rui Pita, Ana Leonor
Pereira.
Entre anatomistas e cirurgiões – um passeio por – Cristina Moisão.
O médico albicastrense Francisco Rafeiro – Joaquim Baptista.
Hospitalidad, Hospitales y Personal sanitário en la Raya de Portugal en el siglo XVIII. De
Galicia a Extremadura – Jose Ignacio Martín Benito.
A cirurgia face à anestesia que rompe: um olhar à volta de 1846 – António Lourenço
Marques.
De Lucena a Fosfat – um percurso de Moisés ibn Maimon – Maria José Leal.
Ambiente, Epigenética e Saúde – Maria de Lurdes Cardoso.
Misericórdias e Cultura: O caso da Academia de Música e Dança da Misericórdia do
Fundão – Miguel Nascimento e João Correia.
Reflexões Medico-Jurídicas sobre a necessidade e utilidade do Estudo da Medicina
Legal – Aires Diniz.

Pelas 16H00, tem lugar mais um painel, moderado por Maria de Lurdes Barata, que aborda:
O culto a Apolo na Cova da Beira: devoção e saúde – Filomena Barata, Pedro Salvado, e Joana Bizarro.
Ex-voto suspecto: devoção e cura numa pintura do séc. XVIII – Maria do Carmo R.
Mendes.
Penamacor – Casa da Memória da Medicina Sefardita Ribeiro Sanches: um projecto
em construção – André Oliveirinha.
“Este ano a aleluia vem a nossa casa”. Ensaio visual sobre o sábado aleluia -Idanha-a-Nova – em tempos de pandemia. O registo da tradição entre o simulacro e a
terapêutica “neo-folclórica”- Eddy Chambino.
O Amor e a Morte numa Cantiga de Amigo galaico-portuguesa – António Salvado.

Os trabalhos encerram com a apresentação do livro, pelas 17H30, “António Nunes Ribeiro Sanches Uma Nação no Tempo Um Sábio na Época”, da autoria de Francisco Abreu, por Anselmo Cunha.


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