Castelo Branco

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CIM Beira Baixa
“No Poupar Está o Ganho”
O programa “No Poupar Está o Ganho” está a ser implementado, pela 1ª vez, na Comunidade InterMunicipal da Beira Baixa.

Através de uma parceria com a Fundação António Cupertino de Miranda, 140 turmas dos 6 concelhos desta região estão a integrar o projeto que tem como objetivo promover a literacia financeira em temas como a poupança, o consumo responsável, a gestão e importância do dinheiro.

A importância da literacia financeira é reconhecida, a nível nacional e internacional, como uma das 5 competências prioritárias para um aluno do séc. XXI.
É tão importante como saber ler e escrever
As crianças e os jovens precisam, cada vez mais, de entender como funcionam as finanças e desenvolver bons hábitos, desde muito cedo, para evitar problemas no futuro.

O projeto ”No Poupar Está o Ganho“ oferece ideias, recursos pedagógicos e ferramentas para que qualquer professor que deseje incluir a educação financeira nas suas aulas o possa fazer facilmente. Implementado em cada ano letivo, cada turma tem a possibilidade de ir avançando ao seu ritmo, de acordo com o tempo letivo disponível.

A Comunidade InterMunicipal da Beira Baixa, através do programa “No Poupar Está o Ganho” fornece às Escolas aderentes todos os recursos necessários para ser implementado junto de mais de 3.000 alunos, dos 1º ao 12º anos, nos Municípios de , Idanha-a-Nova, Oleiros, Penamacor, Proença-a-Nova e Vila Velha de Ródão.

O programa inclui a formação dos docentes, o acesso a uma plataforma educativa com materiais didáticos, planos de aula, vídeos, exercícios, jogos e desafios para os alunos e, ainda, uma visita online ao Museu do Papel Moeda, da Fundação António Cupertino de Miranda.

Em 13 edições, o “No Poupar Está o Ganho” já chegou a mais de 70 mil crianças/ jovens, de cerca de 3.500 turmas, em mais de 60 Municípios.

O projeto foi alvo de um estudo de Avaliação de Impacto Social, realizado pela Faculdade de Psicologia e Ciências de Educação, da Universidade do Porto, que concluiu que 60% dos alunos que participaram melhoraram as suas competências de literacia financeira e mais de 20% melhoraram a nota a matemática.

O programa vai ainda ao encontro dos objetivos e temas definidos no Referencial de Educação Financeira, promovido pelo Plano Nacional de Formação Financeira e pelo Ministério da Educação e Ciência.

FOTO ilustrativa

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