Castelo Branco

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“Eu fui transferido. Eu não quis. Eu queria ficar…”

A Homenagem ao padre Sanches encheu o salão maior da Quinta da Dança, numa verdadeira surpresa preparada por um grupo de amigos que deixou o sacerdote deveras emocionado, com a vontade de “Hoje somos nós a falar para si”.

O padre Sanches não pediu para ir embora de e, deixou bem claro, que também não queria partir…

“Eu fui transferido. Eu não quis. Eu queria ficar em e sempre pensei ser sepultado em “.
Depois, recusou que a homenagem seja só para si, estendendo-a a todos os que contribuiram para erguer o Centro Social Padres Redentoristas, desde as entidades públicas a muitos colaborades e pais e amigos que sempre acreditaram “neste sonho”.

Leopoldo Rodrigues, presidente da Câmara Municipal de , sublinhou “o tributo de gratidão pela capacidade de empreender a formaçao dos mais novos…
Reconhecemos o mérito e dizemos-lhe bem haja”.

José Pires, presidente da Junta de Freguesia de , revelou que “as AEC (Atividades Extra Curriculares) nasceram em , da parceria entre o Centro Social Padres Redentoristas e a ESE de “.

Nuno Maia, diretor regional da Segurança Social de frisou que “o padre Sanches foi um homem visionário, no seu tempo e nunca se dava por contente com o que ia conseguindo”.

Para realçar a convicção de sempre fazer o melhor. “Pessoa sempre preocupada em cumprir todos os requisitos… não só o essencial, mas tinha a visão de apetrechar a instituição com o que havia de melhor”.
Inês Fernandes, em nome dos Antigos Alunos, lembrou os recreios, a piscina e o relvado sintético, sem esquecer “o pão com Tulicreme e as batatas fritas com ovo e salsichas, e até o empadão de peixe, a que torcíamos o nariz”.
Para esta antiga aluna, “é difícil, para não não dizer impossível, fazer melhor”.

Esmeralda Mendes falou em nome da comunidade, contando partes mais destacadas da vida do padre Sanches, que classificou de ser “muito mais do que a obra que construiu”.





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