Dermatologista apanhado na rede
O médico e diretor do Serviço de Dermatologia, no Hospital Amato Lusitano, faturou mais de 2,5 milhões de euros, entre 2022 e 2024, gerando uma nova polémica no Serviço Nacional de Saúde sobre ganhos excessivos, noticiou a TVI, no programa “Exclusivo”.
A faturação resulta de atos médicos praticados no âmbito do SIGIC (Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgia), um sistema do SNS em Portugal que gere as listas de espera para cirurgias programadas, com o objetivo de garantir acesso transparente, equitativo e eficiente aos tratamentos, envolvendo hospitais públicos e privados convencionados, que permite aos utentes que a cirurgia seja realizada fora do SNS se o tempo de espera for longo, ou fora das horas de trabalho normal do médico, dentro do SNS, sem custos adicionais para os utentes, mas pagos aos médicos.
