Castelo Brancos

Castelo Brancos

Jornadas Templárias
Castelo Branco está, desde a sua génese, ligada à Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão.

É nesta lógica e no sentido de honrar a história e memória de Castelo Branco que surgem as “Jornadas Templárias”, na perspetiva de conhecer melhor a sua história e traçar caminhos do presente e do futuro, para que seja uma cidade que respire história e que seja ao mesmo tempo uma cidade em que se viva bem e que saiba bem receber quem a visita.

O conjunto de investigadores, de renome local, nacional e internacional, testemunha essa importância dos Cavaleiros Templários e de Castelo Branco, apontando caminhos de desenvolvimento que saibam honrar as memórias do alvor dos nossos tempos.

José Manuel Capêlo, um dos grandes nomes da cidade ligados ao templarismo, autor de uma obra ímpar sobre os Templários, refere que “Castelo Branco foi, durante 100 anos, isto é, desde a sua fundação, em 1215, até ao desaparecimento ou extinção da Milícia Templária, no nosso País, em 1314, a capital provincial da Ordem em Portugal – ocupando igual estatuto para os denominados 3 Reinos – nela se efetuando, pelo menos, 6 Capítulos-Gerais e outros de não tão notória envergadura, mas de igual importância.

Tudo isto até à altura em que o reino de Castela-Leão teve a sua própria Província e o seu próprio Mestre”.

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