Direção da APTIV recusa falar do assunto, não fala com jornalistas

Direção da APTIV recusa falar do assunto, não fala com jornalistas

Direção da APTIV recusa falar do assunto, não fala com jornalistas, e pede ajuda das Câmaras do distrito e do IEFP || Maior empregador de Castelo Branco enfrenta mais grave crise de 37 anos de existência e a culpa é da falta de mão-de-obra

Na antiga Delphi, que se dedica à produção de cabos eléctricos para automóveis, a direção da multinacional alemã recusa falar do assunto – não responde a questões dos jornalistas – mas as reuniões com presidentes de Câmara do distrito de Castelo Branco e responsáveis do Instituto de Emprego e Formação Profissional decorrem a um ritmo quase semanal. Em causa está a necessidade de operários para o desenvolvimento de dois projectos de ensaios para a fabricação de cabos para os motores eléctricos das marcas INEOS e a Maserati.

Francisco Matias, dirigente do Sindicato Nacional da Indústria e Energia e trabalhador naquela unidade há 22 anos, não se lembra de uma tamanha crise de falta de mão de obra na APTIV. «Estamos com 1300 operários, mas esta fábrica precisa de mais cerca de 300 para os novos projectos», explica o dirigente, que tem mantido reuniões com a Direcção

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