Discussão Plano Ferroviário Nacional

Discussão Plano Ferroviário Nacional

Linha da Beira Baixa sem investimentos até 2050
A Associação Move Beiras avançou, no dia 28 de fevereiro, com a sua participação na discussão pública do Plano Ferroviário Nacional (PFN).

Para a Move Beiras “o PFN, na sua versão atual, é um documento pobre em medidas e muito vago nas áreas a atuar em prol da região, no que diz respeito à Linha da Beira Baixa.
Foi submetido um documento-resumo, baseado na apresentação que fizemos aos deputados do PS e PSD, e que por sua vez se baseia nos 4 contributos que 3 entidades (Câmara Municipal da Covilhã, Comunidade da Linha da Beira Baixa e Junta de Freguesia do Tortosendo) submeteram na fase de auscultação do PFN”.

O documento, bem como os contributos originais, foram enviados aos 7 deputados eleitos por Castelo Branco e pela Guarda, ao deputado José Carlos Barbosa, aos secretários de Estado das Infraestruturas, Frederico Francisco, e do Turismo, Nuno Fazenda, e para o email institucional da discussão pública.
“Frisámos a necessidade das intervenções na Linha da Beira Baixa não poderem ficar condicionadas por nenhuma construção de vias inseridas no PFN, pois tal como o próprio documento reconhece, o eixo Lisboa-Covilhã não será beneficiado por nenhuma das novas linhas previstas até 2050.

É por isso fundamental a adoção duma estratégia que resulte numa Linha da Beira Baixa competitiva, ao serviço da região e que promova a coesão territorial e a descentralização”.

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