Copialta dá mil euros aos colaboradores
A empresa egitaniense de Impressão e Tecnologias da Informação (TI), completa 30 anos e identifica os colaboradores e parcerias com empresas da área como os principais responsáveis pelo seu sucesso.
Hoje história de sucesso, a Copialta é também história de perseverança na qual, duma situação de desemprego eminente nasce a coragem para criar o próprio negócio.
José Morgado e Mário dos Prazeres recordam a época com orgulho, “eram outros tempos, em que a informação não era tão acessível como hoje e criar uma empresa foi uma aventura” refere Mário, “mas arriscámos, conseguimos alugar o 1º escritório e contratar 2 colaboradores, que ainda hoje estão connosco. E ainda bem que arriscámos!” complementa José Morgado.
Com sede na e delegação em Portalegre, desde cedo, a Copialta procurou robustecer as suas parcerias e associar-se a diferentes stakeholders.
Esta estratégia alargou as competências da empresa, permitindo-lhes apresentar soluções integradas e cada vez mais abrangentes nas áreas da Impressão e Tecnologias da Informação, através das empresas que integram a sua rede de negócios, como são exemplo a E.tron e Iriscópia, em Leiria; iTech-ON, no Fundão e FM Printing e We Digital em Rio Tinto.
António Morgado, gerente da Copialta, refere que o segredo para 30 anos de sucesso é muito simples “o sucesso está em criar uma equipa unida e capaz, que mais do que equipa é família e é tratada como tal”.
Atualmente com 17 membros, a empresa organiza frequentemente convívios com colaboradores e respetivas famílias e distribuiu, como forma de demonstrar o seu
agradecimento pela conquista de objetivos do ano transato, bem como pela dedicação dos profissionais neste 30º aniversário, 1.000 euros a cada um dos seus colaboradores.
Para o 30º ano da empresa, fica ainda no ar a vontade de fazer mais pela comunidade que os recebeu. “Sempre que temos hipótese gostamos de contribuir para o sucesso dos que nos rodeiam, como se pode ver pelos eventos desportivos e educacionais que frequentemente patrocinamos.
No entanto, gostávamos de criar algo mais constante, gostávamos de desenvolver uma estrutura séria que nos permitisse contribuir, por exemplo, para a educação de jovens carenciados. Ainda não estamos em posição de poder revelar mais, mas é um projeto
para avançar!” conclui António Morgado.
