O Hotel Fonte Santa de Monfortinho foi vendido a uma imobiliária portuguesa por 3 milhões e 600 mil euros, depois de um cidadão chinês que estava interessado ter desistido do negócio.
A venda foi realizada a uma imobiliária registada em Portugal, titulada por Divaldo Resende, empresário brasileiro. Foi a única proposta entregue no Tribunal de Comércio do Fundão validada pela juíza do processo de insolvência dos bens do Grupo Espírito Santo.
O administrador judicial Jorge Calvete ainda questionou a credibilidade da única proposta em cima da mesa, por ser de uma empresa constituída há pouco tempo, mas o tribunal desvalorizou o argumento e deu-a como boa.
Agora falta o Novo Banco e o administrador judicial da massa insolvente da companhia das águas Fonte Santa validarem o negócio e escriturarem a venda.
No final são quase 3,6 milhões de euros que ficam à guarda do processo-crime do GES. O arresto preventivo, autorizado no tempo do juiz Carlos Alexandre, também abrange o hotel, imóvel do Novo Banco.
