Idanha-a-Nova

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Salvaguarda e autonomia do projeto educativo da ESGIN
O Movimento pela Autonomia da Escola Superior de Gestão, de , na sequência das ações desenvolvidas em prol da autonomia e sede em , sublinha a publicação em, Diário da República, da Resolução da Assembleia da República n.º 164/2021, que recomenda ao Governo “que promova uma solução que salvaguarde a autonomia e o projeto educativo da Escola Superior de Gestão de e o reequilíbrio financeiro do Instituto Politécnico de Castelo Branco, nomeadamente:

1. Articule com o Instituto Politécnico de Castelo Branco, no âmbito do seu plano de reorganização, uma solução que garanta:

a. A autonomia administrativa, pedagógica e científica, o projeto educativo e a sede de uma unidade orgânica em ;

b. A manutenção da oferta formativa atualmente existente em Castelo Branco e em ;

c. A existência em cada um destes concelhos de estruturas permanentes vocacionadas para o apoio técnico e administrativo às atividades do Instituto e das unidades orgânicas aí localizadas, incluindo ao funcionamento dos respetivos órgãos de gestão.

2. Adote as medidas necessárias para assegurar o reequilíbrio financeiro estrutural do Instituto Politécnico de Castelo Branco, através do seu adequado financiamento”.

Na apresentação da recandidatura de Armindo Jacinto à Câmara de foi garantido pelo secretário geral adjunto do PS, José Luis Carneiro, que “a caminho desta sessão pude de novo falar com o nosso Ministro do Ensino Superior, que pediu para vos transmitir que com o Governo do PS esta Escola que está sediada aqui em e que tem autonomia para se desenvolver e para desenvolver o território vai continuar a contar com o apoio do Governo”.

Para o Movimento pela Autonomia da ESGIN “esta recomendação e este anúncio contemplam a razão da nossa luta que é a da autonomia e sede de uma Escola Superior em .

Não estamos contra a reestruturação organizacional do IPCB, mas não existem razões pedagógicas, administrativas, científicas e financeiras para que deixe de ter uma Escola Superior com autonomia e sede.
Não existem sequer garantias quanto aos benefícios e resultados da reestruturação, aprovada pelo Conselho Geral em 8 de julho de 2020. Lamentavelmente, o IPCB não conseguiu preconizar uma solução que fosse ao encontro dos interesses dos 2 territórios: e Castelo Branco”.

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