i-Danha Food Lab em Monsanto
O i-Danha Food Lab está de regresso a , de 17 a 19 de novembro. Aproveitando o balanço do Web Summit, este evento anual volta a desafiar todos os
intervenientes do setor agroalimentar, empresas, startups, investigadores, agricultores e consumidores, a desfrutarem de uma experiência de networking e partilha de conhecimentos na envolvência única de Monsanto.
À semelhança dos anos anteriores, a partida é na estação de Santa Apolónia (Lisboa) a bordo de um comboio, com uma carruagem reservada para o evento.
Os participantes e os membros da organização seguem caminho ao longo do rio Tejo, em direção a Castelo Branco.
De seguida, continuam a viagem de autocarro até Monsanto, onde permanecem por 3 dias.
Nesta nova edição, o i-Danha Food Lab cresce em temáticas e em sessões.
Para além de keynotes, workshops, mesas redondas e uma visita micológica, há pela 1ª vez uma Mini Conferência, onde investigadores e profissionais têm a oportunidade de apresentar os seus projetos de Investigação, Desenvolvimento e Inovação (I&D&I).
A organização incentiva a submissão de “abstracts” relacionados com vários subtópicos, como a Economia Circular, o Capital Natural, a Agricultura Sustentável e a
Alimentação/Nutrição Sustentável.
Para unir a tradição à inovação, as sessões e as atividades programadas são complementadas com momentos musicais típicos, e uma diversidade de iguarias locais e biológicas.
Ao longo das últimas 5 edições, o evento já contou com mais de 780 participantes, 182 startups e 70 oradores nacionais e internacionais.
Além disso, importantes resultados se têm materializado para cumprir os objetivos inaugurais desta iniciativa, criada em 2016 pela BGI e pelo Município de : alterar o paradigma do desenvolvimento rural, atrair inovação e talento para a região e posicionar Idanha na vanguarda da produção alimentar biológica e sustentável.
De acordo com Gonçalo Amorim, CEO da BGI, esta estratégia de inovação e empreendedorismo em foi co-executada por um conjunto de atores-chave do ecossistema nacional e europeu e ultrapassou as expectativas iniciais: não só atingiu o dobro das metas inicialmente estabelecidas para uma década, como o fez em menos tempo.
“Em apenas seis anos, no período de 2017-2023, demos origem a um laboratório colaborativo (Food4Sustainability CoLAB), com sede no Município, um pólo europeu de inovação digital (SFT-EDIH) e uma Testbed no setor agroalimentar.
Apenas nestes projetos, estamos a falar de compromissos de investimentos ascendendo a 12 milhões de euros, em grande parte com benefícios diretos ou indiretos para a bio região.
Nos próximos 2 anos vamos focar a nossa atuação na digitalização da produção da bio região, alavancando os bio bairros e os bairros digitais”, afirmou.
