Instituto de S. Tiago

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PSD acusa os Socialistas pelo encerramento
Em comunicado, o PSD escreve que “o Município de Proença-a-Nova assiste impávido ao encerramento do Instituto de São Tiago, mais uma medida demonstrativa da forma de estar demagógica de quem nos governa atualmente. Um distrito do Interior, como é o nosso, vê fechar mais uma Instituição que tanto fazia pela educação da população do concelho de Proença-a-Nova e da freguesia da Sobreira Formosa.
Quando está em causa a ideia de território como um todo, não podemos continuar a distinguir o metro quadrado de primeira e de segunda.
Esta medida governativa é mais um sinal errado que se dá sobre a aposta no Interior.
É caso para dizer que este Governo é Defensor do Interior no papel, mas centralizador na prática”.

O , localizado em Sobreira Formosa, foi um dos 39 Estabelecimentos de Ensino com Contratos de Associação “a quem o Governo das Esquerdas retirou financiamento para abrir novas turmas em início de Ciclo (5º, 7º e 10º Anos) por estarem localizados numa zona com oferta pública.
Um Governo que vive com problemas ideológicos claros, prisioneiro da extrema esquerda quer acabar de vez com um país solidário e uno.
O Governo da “Geringonça” aproveitou para realizar uma mostra da visão demagógica e propagandística que enferma, numa ânsia de levar a sua veia radical ao extremo de nem se importar com as consequências das decisões que toma.
A defesa do Interior e de freguesias como a Sobreira Formosa não consta do léxico deste Partido Socialista, partido que lidera os destinos da “Geringonça” e do Município de Proença-a-Nova. É bom reforçar esta ideia. Os proencenses não merecem ser cobaias deste laboratório ideológico”.

O líder da Distrital do PSD, Manuel Frexes, aponta o dedo aos Socialistas pela situação. “Perante a forma de estar deste Governo, perante a passividade do atual presidente de Câmara do concelho prejudicado, era bom saber qual a opinião dos deputados Socialistas perante esta medida (…/…).
A juntar à postura e ausência de posição dos senhores deputados Socialistas, não podemos deixar de reforçar que o novo presidente demonstrou uma atitude serviçal perante o seu Partido. Ser presidente de Câmara não é um lugar de gestão corrente. É uma voz em que as pessoas confiam para defesa intransigente do seu concelho. Este é um caso de alguém que, por mais anos que tenha de vereação, não captou a essência de defesa do Interior. Lamentamos que não tenha aprendido, por exemplo, com o seu congénere da Sertã, que demonstrou a clareza de espirito necessária para quem ocupa o cargo de presidente da Câmara de ter uma visão transversal para o seu concelho.
A opção do Município da Sertã em impedir que o Instituto Vaz Serra fechasse é de uma extrema importância numa ótica de economia local, permitindo a manutenção do emprego dos funcionários, docentes e não docentes, dinamizando a freguesia de Cernache do Bonjardim, defendendo a qualidade pedagógica e salvaguardando os alunos deste Instituto de alterações desnecessárias no seu percurso letivo”.

Manuel Frexes aponta o dedo a João Lobo, presidente da Câmara de Proença-a-Nova, “O estofo de um presidente de Câmara do Interior é avaliado pelas decisões difíceis que toma ao longo dos tempos. E pelas suas posições públicas, mesmo que o combate não seja fácil, mesmo que para tal enfrente adversidades ou colegas partidários. E não há nada pior do que perceber que a defesa das populações de Proença-a-Nova está entregue a um aprendiz de politico, incapaz de se transformar num autarca proativo, mera marioneta do radicalismo ideológico deste Governo da “Geringonça”. Proença-a-Nova merecia mais e melhor”.

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