“Quando as Brumas são Douradas”
Maria Isabel Gonçalves Ribeiro Alves Monteiro, escritora, professora e bloguista, é autora de vários livros de poesia e prosa. Publica agora o seu novo livro de poemas, intitulado “Quando as Brumas são Douradas”.
A escritora albicastrense, com nome literário Isabel R. Monteiro, bisa, este ano, o lançamento da sua mais recente obra “Quando as Brumas São Douradas”, marcado para as 17H00 deste sábado, dia 20 de maio, na Casa do Arco do Bispo, Largo de Camões, em Castelo Branco, e ainda em Lisboa, no Palácio de Vilalva, na 2ª semana de Junho.
Segundo o autor do prefácio, Jorge Neves, presidente da Junta de Freguesia de Castelo Branco, “Quando as brumas são douradas” apresenta um conjunto de poemas onde Isabel Monteiro abre, por completo, a sua alma, num registo com caraterísticas de autobiografia, e homenageia a terra onde nasceu com gravuras de bordado de Castelo Branco a funcionarem como separadores nos diversos capítulos.
O livro de poemas, cuja capa tem a ilustração da pintora Rosa Parrot, retrata o universo real e onírico da escritora que viveu entre dois eixos, Portugal e África.
“Quando as Brumas São Douradas” é uma obra de uma grande lucidez, vive a fundo a vida; transmite os medos e coragem na razão de Ser e de Existir, a razão dos Sentidos que nos afetam; o Amor; a Vida e o Devir.
Para Isabel R. Ribeiro o livro “são narrativas da minha vida transpostas para a poesia” para acrescentar “tem a capacidade de dizer felicidade, mas também tristeza, e revelar o que diz a condição humana e todo o desespero feliz e cheio de esperança que nela existe!”, para acrescentar “tal como as obras de Umberto Eco”.
Isabel R. Monteiro nasceu em Castelo Branco onde viveu a sua infância e parte da sua juventude.
Premiada em vários concursos de poesia em Portugal é professora na Universidade Sénior, ULTI, onde continua a lecionar as cadeiras de Língua e Literatura Portuguesas. Sócia da Associação Portuguesa de Escritores, deu colaboração a alguns jornais, revistas e rádios em Moçambique e Portugal, nomeadamente, em Lisboa, no Correio da Manhã durante cerca de uma década com as suas crónicas do quotidiano (1986/1997); na década de 70, no jornal “Reconquista”; Diário Notícias de Lourenço Marques, em Maputo, e programas de poesia na Rádio Nampula, em Nampula.
