Legislativas

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Jorge Torres lidera lista do Ergue-te
O Partido Ergue-te apresenta-se às próximas eleições legislativas pelo círculo eleitoral de Castelo Branco, com Jorge Torres, como cabeça de lista.

Com 57 anos, natural de Cabinda, seu pai era transmontano e sua mãe também era natural de Cabinda, Jorge Torres veio para Portugal em 1975 e “continuou a honrar a bandeira nacional portuguesa que até então havia aprendido a honrar”.

O candidato é empresário/gerente de uma empresa de TVDE, tem também formação em informática de hardware e software, assim como fotomontagem e paginação e web designer.
Reside em Castelo Branco, desde 2020.

Ingressou no partido em 2017 e “abraçou o nacionalismo que já lhe corria nas veias, só que por causa da censura por parte da maioria da Comunicação Social, tal como muitas pessoas, andava enganado a respeito do mesmo. Quando verificou que afinal não era nada como “pintavam” e foi bem recebido, imediatamente, se fez militante” e hoje é também um dos conselheiros do partido.

Na lista que encabeça, vão também os seguintes candidatos como efetivos: Rui Monforte, Maria da Conceição Guerreiro, Álvaro Valverde.
Como suplentes candidatam-se Maria Manuela Sousa, Joana Filipa Silva, Valério Pinto e Carla Maria Lajes.

O Partido Ergue-te que tem como presidente José Pinto-Coelho, cujo lema é “Pela Pátria, pela Família, pelos teus!” entregou listas de candidatos às legislativas nos 22 círculos eleitorais, estando presente, em todos os boletins de voto do País e dos círculos da emigração.

O Ergue-te apresenta-se a estas eleições como “a alternativa”, pois sendo “o único partido nacionalista, não está comprometido com o regime e seu sistema, mas antes contra ele”.

Mantendo, as bandeiras que o caraterizam, “de defesa de um Estado Nacional e Social, da Identidade e exaltação do nosso património histórico-cultural, de defesa dos valores da civilização ocidental, da família, da vida, da ordem e da ética na gestão pública, continua, por esse motivo, a sua luta sem quartel contra a perda da soberania, a invasão imigrante e consequente substituição populacional, a corrupção e imoralidade reinantes nas estruturas de poder e as agendas da cultura de morte e da ideologia de género”.

A estas lutas acresce “neste momento, e de um modo urgente e grave, a luta pelas liberdades fundamentais e dignidade da pessoa humana contra o totalitarismo sanitário, sendo o único partido que, sem papas na língua, se posiciona desta forma: não aceitamos que em nome de uma suposta pandemia (agenda política obscura!), nos privem da nossa vida normal, subjuguem as populações pelo medo e discriminem quem não alinha nesta farsa global. O Ergue-te condena veementemente este crime contra a humanidade!”

O objetivo eleitoral é alcançar mais de 50% dos votos e 2 terços dos deputados para mudarem a Constituição e o Regime.

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