Mas afinal, quem tem medo das redes sociais?

Mas afinal, quem tem medo das redes sociais?

No Século passado, uma mentira, mil vezes repetida, tornava-se verdade. Hoje, uma meia verdade, milhões de vezes partilhada, torna-se verdade absoluta. Aqui é que está a chatice, e da grossa. Há muito, que alguma gente atenta, sabia que o capitalismo selvagem, estava condenado, por ser condenável. E eis que na década de 90, com o advento da internet, tudo se alterou; coincidindo, na época, com a 4ª Revolução Industrial. Daí para a frente, certos poderes mal constituídos à sombra de interesses ocultos, que, por via do controlo dos grupos de media, induziam o povo, no que pensar, como pensar, e o que pensar., (quais Balsemões de pacotilha). Com as redes sociais, estabeleceu-se uma comunicação directa entre eleitores e governantes, que dispensa intermediários, vulgo grupos de comunicação social. É que as correntes de opinião pública, geradas nestas plataformas digitais (main,stream,s), expressam o que o povo pensa; e o povo, extracto moral da sociedade, tem sempre razão. E olhem que não é um esquerdalhoque vos escreve esta missiva. Opinativa.Trata-se de um processo, de esclarecimento público, sem normas legisladas, e totalmente incontrolável. Neste Novo Mundo, que tem que se reinventar nos hábitos e costumes, os figurões de hoje, num ápice, podem transformar-se na escória do amanhã. Nesta saga comunicacional, os poderosos do presente, mais ano, menos década, mais parecerão actores de um elenco de Manuel de Oliveira. É esta gente que tem medo, e pânico, das redes sociais. O Mundo tende a mudar, e para muito melhor. Há quem ainda não tenha percebido o óbvio. O passado, já era, e o futuro está em reconstrução hoje, onde quem não está nas redes sociais, é porque não é legal, género, cidadão marginal…!
CPL

Imagem Ilustrativa

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